segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Segunda - LBJ - Lc 17.26-28 O prazer como o bem supremo.

26-E, como aconteceu nos dias de Noé, assim será também nos dias do Filho do Homem.
27 Comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio e consumiu a todos.

Extraído do livro Comentário do novo testamento aplicação pessoal.

 17.26,27    Para     exemplificar     como   seria repentina a sua volta, Jesus usou dois exemplos, o primeiro deles sendo o dilúvio (veja Gn 6-7).
Nos dias anteriores ao dilúvio,  a vida seguia normalmente para a maioria das pessoas, com exceção de Noé, que durante muitos anos tinha estado construindo uma enorme embarcação. Então, começou a chover, veio o dilúvio e todos se afogaram.
Jesus   estava   advertindo   contra    a falsa segurança. Embora a vida continue normalmente até o dia da volta de Cristo, os crentes precisam estar sempre preparados para partir repentinamente. 
Quando  Cristo voltar, não    haverá    uma    segunda  oportunidade.   
Alguns serão levados com Ele; os demais serão deixados para trás.

Foi extraído deste livro👇

domingo, 20 de agosto de 2017

Adão

O primeiro registro de comunicação entre o Criador e aqueles que Ele criou à sua imagem acha-se em Génesis 1.28: “E Deus os abençoou e Deus lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra”. Foi Deus quem tomou a iniciativa, dirigindo a palavra à humanidade, estabelecendo assim um princípio fundamental: ouvir a Palavra de Deus (tomar conhecimento de sua vontade) é pelo menos tão importante quanto dirigirmos a Ele nossas preocupações — e talvez implique em maior consequência.
            Embora o termo “oração” não seja usado na narrativa de Adão e  Eva, a comunicação entre Deus e estas duas pessoas, criadas à sua imagem, é clara e evidente. Devemos observar  ainda  que  estes primeiros seres humanos se comunicaram  não  somente  com  Deus, mas também com o anjo caído, Satanás (cf. Gn 3-2-5; Ap 12.9; 20.2). Tanto Deus quanto Satanás dirigem palavras aos seres humanos; devemos aprender a discernir entre os dois. A oração eficaz está alicerçada sobre aquilo que Deus diz, sua Palavra, mas pode ser impedida  se  escutarmos  o  que  Satanás  tem  a dizer.
            Quando ouvem Satanás, as pessoas lançam uma barreira de comunicação entre elas e o Deus que  deseja  abençoá-las.  Embora Deus andasse com Adão e Eva  —  Ele  “passeava  no  jardim  pela viração do dia” (Gn 3-8) — , eles não puderam tolerar  uma  comunhão tão íntima após a queda  no  pecado.  Suas  consciências  os levaram  a  uma  tentativa  inútil  de  esconder-se.
            A brecha entre Deus e os pecadores não terá remédio  enquanto eles, por sua própria confissão, não  possibilitarem  a  abertura  da  porta  da  misericórdia:  “[Adão]  disse:  Ouvi a  tua  voz  soar no  jardim, e temi,  porque estava  nu,  e  escondi-me.  E fez o  Senhor Deus  a Adão e  a  sua  mulher  túnicas  de  peles  e  os  vestiu” (Gn 3-10,21).


Extraído do livro Teologia bíblica da oração.

Robert L. Brandt e Zenas J. Bicket
Todos os direitos reservados. Copyright © 2007 para a língua portuguesa da Casa
Publicadora das Assembléias de Deus. Aprovado pelo Conselho de Doutrina.
Título do original em inglês: The Spirit Help Us Pray
Logion Press, Springfield, Missouri
Primeira edição em inglês: 1993
Tradução: João Marques Bentes
Revisão: Gleyce Duque
Editoração: Flamir Ambrósio

Veneração

A veneração é a reverência estendida a um  ser  reconhecidamente sobrenatural. É também o ato de expressar essa reverência, admiração  ou  devoção.  Quatro palavras  do Antigo  Testamento têm o sentido de “venerar”. Essas  palavras  originais  são  traduzidas  por um grande número de palavras alternativas na língua portuguesa, incluindo “adorar” (principalmente), “servir”, “homenagear”, “prostrar-se” e “reverenciar”. Salmos 29.2 é uma típica  tradução  da  palavra hebraica chawah [ou shachah], que tem o sentido de “prostrar- se profundamente em homenagem ”:  “Dai ao  Senhor a glória devida ao seu nome; a d o r a i [venerai] o Senhor na beleza da sua santidade” (grifo do autor). A partir deste ponto, pelo fato de em português a distinção  entre  as  palavras  “veneração”  e   “adoração”  ser praticamente  inócua,  têlas-em os com o sinónimas.

Pelo menos uma dúzia de palavras gregas são traduzidas como “adoração” ou “veneração” no Novo Testamento. A palavra grega mais usada é proskuneo — “cair prostrado em reverência e     homenagem ”. Relacionada a ela está proskunetes, que significa “adorador”. Ao falar à mulher samaritana, Jesus definiu a verdadeira adoração com o um elo espiritual entre Deus e a pessoa: “Os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade” (Jo 4.23,24).
As 15 palavras e expressões anteriores representam 15 aspectos da oração. Nenhuma delas, isoladamente, abarca todo o significado dessa grande disciplina da vida cristã — a oração. Mas a com preensão de cada uma delas, tanto em particular com o em função do conjunto, aliada à prática, mostrará que uma vida de oração efetiva não somente é possível mas desejável. Revise seu domínio desses termos, alistando-os numa folha de papel e escrevendo ao lado suas respectivas definições. Em seguida, verifique se você incluiu todas as partes essenciais de cada uma dessas definições.
Há muitas perguntas concernentes à oração que ficarão sem resposta até enfrentarmos, face a face, aquEle a quem oramos. A oração bíblica inclui esforço árduo, intercessão e importunação. Mas também inclui submissão e confiança. Envolve tanto o lutar com Deus quanto o repousar pacificamente em seus braços, e também implica em argumentar e queixar-se diante de Deus — Ele compreende que somos humanos. Mas se não aprendermos o que significa ser submisso, nossas orações não poderão fazer muita coisa.
Quando você estudar as orações existentes na Bíblia e os ensinos sobre a oração, nos próximos capítulos, algumas perguntas invariavelmente surgirão. Não temos a pretensão de responder todas. Guãrde-as no coração. Peça ao Espírito que as use (bem como a quaisquer outras perguntas não respondidas acerca da oração) para levá-lo a uma vida devocional mais profunda e a uma comunhão mais íntima com aquEle que pode dar resposta a cada pergunta humana.


Extraído do livro Teologia bíblica da oração.

Robert L. Brandt e Zenas J. Bicket
Todos os direitos reservados. Copyright © 2007 para a língua portuguesa da Casa
Publicadora das Assembléias de Deus. Aprovado pelo Conselho de Doutrina.
Título do original em inglês: The Spirit Help Us Pray
Logion Press, Springfield, Missouri
Primeira edição em inglês: 1993
Tradução: João Marques Bentes
Revisão: Gleyce Duque

Editoração: Flamir Ambrósio