sábado, 23 de setembro de 2017

Sexta - Sl 128.1-4 ®LBA¬ O segredo de uma família .


Bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR e anda nos seus caminhos!

O comentário a seguir foi extraído do livro comentário BEACON.

Abençoado com um Lar Feliz (128.1-3)
O temor ao Senhor é a descrição característica da religião do AT. A atitude do verdadeiro seguidor de Deus era uma atitude de respeito reverente que o levou a trilhar os caminhos descritos na lei (1). Comer do trabalho das tuas mãos (2) significava desfrutar de uma vida pacífica, sem a presença de saqueadores levando a colheita ou sem a seca ou a praga causando fome. A mulher será como a videira frutífera (3), com inúmeros filhos. Taylor comenta acerca do versículo 3: “Enquanto seu marido olha para os seus filhos reunidos em torno da sua mesa, ele se lembra das inúmeras mudas que aparecem debaixo de uma oliveira lavrada”.

Quinta - Js 24.15 ®LBA¬ Minha casa e eu servimos ao Senhor.


Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao SENHOR, escolhei hoje a quem sirvais: se os deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do rio, ou os deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao SENHOR.

O comentário a seguir foi extraído do livro comentário BEACON.

Deus fizera uma aliança com Abraão, ao afirmar que favoreceria de maneira especial a ele e aos seus descendentes. Este acordo foi renovado tanto com Isaque como com Jacó. Se tudo mostrava que era preciso a geração de Josué continuar como o povo de Deus, então eles deveriam escolher hoje a quem sirvais (15). A implicação era que somente se eles mesmos ratificassem este concerto é que poderia haver esperança de receber o favor de Deus.
Se não queriam servir a Deus a alternativa seria adorar os deuses que anteriormente foram abandonados e derrotados (15). Estes mostraram-se sem poder para ajudar. Eles sempre exerceram uma influência desmoralizante sobre a vida humana. Os israelitas testemunharam que esses deuses fizeram com que o povo dissipasse sua força de alma e destruísse as consciências e o intelecto das pessoas.
Josué sabia que seu povo deveria fazer uma escolha definitiva em relação a quem serviria. Ele insistiu para que eles afirmassem claramente Aquele em quem colocavam todas as suas esperanças. A quem eles seriam leais? Seria tal devoção entregue àqueles a quem já haviam derrotado? A indecisão seria um erro fatal, uma causa certa de fracasso. Portanto, escolhei hoje (15).
Josué já fizera sua escolha. Ele já havia estabelecido o tipo de exemplo que queria que os outros seguissem. Ele exerceria toda a influência de que dispunha para ajudá-los a fazer a escolha certa: eu e a minha casa serviremos ao Senhor (15).

Josué estava disposto a dar a qualquer pessoa a liberdade de escolher ou rejeitar a Deus. Ele concluiu que os méritos do Senhor eram tão bem conhecidos que nenhuma pessoa com um mínimo de discernimento deixaria de fazer a escolha certa.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Quarta - Mt 19.4-6®LBA¬ O casamento deve ser entre um homem e uma mulher.

Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que, no princípio, o Criador os fez macho e fêmea.

Extraído do livro comentário  do novo testamento aplicação pessoal.

19.4-6 Os fariseus tinham citado palavras de Moisés no livro de Deuteronômio; Jesus também citou palavras de Moisés (Gn 1.27; 2.24), mas Ele voltou ao livro de Gênesis, ao princípio, referindo-se ao estado ideal da criação e em particular, do casamento. Ao criar macho e fêmea, o plano de Deus era que no casamento o marido e a esposa fossem uma só carne. A esposa não é uma propriedade, mas uma pessoa criada à semelhança de Deus. Jesus faz uma distinção: o casamento, criado por Deus, e o seu mandamento absoluto de que seja uma união permanente,
versus as provisões escritas centenas de anos mais tarde, que toleraram o divórcio por causa da natureza completamente pecadora das pessoas
(19.8). Os fariseus consideravam Deuteronômio 24.1 como um documento a favor do divórcio.
Mas Jesus se concentrou no casamento e não no divórcio. Os fariseus consideravam o divórcio um assunto mais legal que espiritual; o casamento e o divórcio eram meras transações similares a comprar e vender terras (com a mulher sendo tratada como uma propriedade). Mas Jesus condenou esta atitude, esclarecendo a intenção original de Deus; que o casamento traga uma união que ninguém seja capaz de separar.