quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Sexta - 1 Jo 1.9 - Deus é fiel para justificar quem se arrepende dos seus pecados.

Extraído do comentário bíblico aplicação pessoal. 
1.9 Fazer parte do povo de Deus não significa negar o pecado (1.8), mas confessá-lo. Pelo fato de todas as pessoas serem pecadoras, Jesus teve que morrer. Por não estar o pecado completamente erradicado das vidas daqueles que crêem em Jesus, Deus graciosamente deu aos seus seguidores uma provisão para o problema do pecado. João explicou isto em poucas palavras: Se confessarmos... Ele é fiel e justo para nos perdoar.
Confessar os nossos pecados significa concordar com Deus que um ato ou pensamento estava errado, reconhecer isto diante de Deus, procurar perdão, e comprometer-se a não permitir que isto aconteça outra vez.

Quinta - Lc 15.7 - Há alegria no céu quando um pecador se arrepende.

Extraído do comentário bíblico aplicação pessoal. 
15.6,7 O pastor não se alegrou sozinho. Ele até chamou os amigos e vizinhos para que se alegrassem com ele, por ter encontrado a sua ovelha perdida. Na realidade, os pastores não fariam uma festa por causa de uma ovelha encontrada. Jesus usou este elemento da história para enfatizar a realidade do seu reino e o valor de cada pessoa perdida. Deus se alegra quando um pecador que se arrepende é encontrado e retorna a Deus.

Quarta - Mt 3.8 - Um convite para dar frutos dignos de arrependimento.

Extraído do comentário bíblico aplicação pessoal.
3.8 O verdadeiro arrependimento é visto através dos atos e do caráter que ele produz. Os fariseus e saduceus acreditavam que monopolizaram a justiça. Mas a maneira como viviam revelava o seu verdadeiro caráter. Portanto, João disse: Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento. João Batista exortava as pessoas a praticar mais que palavras ou rituais; ele pedia que mudassem seu comportamento. Se realmente abandonamos o pecado e nos voltamos para Deus, nossas palavras e atividades devem refletir aquilo que dizemos. Deus julga as nossas palavras pelos atos que as acompanham. Será que os seus atos combinam com as suas palavras?