segunda-feira, 4 de maio de 2015

IDADE E HONRA



COMO QUE A IDADE DEVE AFETAR O MODO EM QUE TRATAMOS UNS AOS OUTROS?

LEITURA BíBLICA: Levítico 19:32
KEY BIBLE VERSE: Diante das cãs te levantarás, honrarás a face do ancião, e temerás o teu Deus. Eu sou o Senhor. (Levítico 19:32)

OS NOSSOS IDOSOS MERECEM O NOSSO RESPEITO.
As pessoas freqüentemente acham fácil descartar as opiniões dos idosos e evitar visitá-los. No entanto o afto de Deus ter mandado os israelitas honrarem os seus idosos nos mostra o quão sério nós temos encarar a responsabilidade de respeitar as pessoas que são mais velhas que nós. A sua sabedoria adquirida pela experiência pode nos manter afastados do perigo.

LEITURA BíBLICA: 1 Timóteo 4:1-16

KEY BIBLE VERSE: Ninguém despreze a tua mocidade, mas sê exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza. (1 Timothy 4:12)

TODA FAIXA ETÁRIA MERECE RESPEITO.
Timóteo era uma jovem pastor. Seria fácil para cristãos mais velhos não prestarem atenção nele por causa de sua idade. Ele teve que ganhar o respeito dos mais velhos sendo um exemplo nas suas pregações, amor, fé e pureza. Independente de sua idade, Deus pode usá-lo. Sendo você jovem ou velho, não pense na sua idade como um rpoblema. Viva para que os outros vejam Cristo em você.

A IDADE E O PROPÓSITO DE DEUS
A NOSSA IDADE AFETA A OBRA DE DEUS EM NÓS E ATRAVÉS DE NÓS?

LEITURA BíBLICA: 1 Samuel 2:12-26
VERSíCULO CHAVE: Samuel, porém, ministrava perante o Senhor, sendo ainda menino, vestido de uma estola sacerdotal de linho. (1 Samuel 2:18)

DEUS PODE USAR PESSOAS DE QUALQUER IDADE.
Samuel era um criança e mesmo assim ele era o ajudante do Senhor. Crianças podem frequentemente servir ao Senhor tão eficazmente quanto os adultos. Deus pode usar qualquer um que estiver disposto a aprender com ele e a servi-lo. Ele não tem limite de idade. Não descarte a fé de uma criança e não deixe que a sua idade te impeça de servir a Deus.

LEITURA BíBLICA: 2 Reis 22:1-20
KEY BIBLE VERSE: Ajuntaram-se a ele todos os homens que se achavam em aperto, e todos os homens endividados, e todos os amargurados de espírito, e ele se fez chefe deles. Eram com ele uns quatrocentos homens. (2 Reis 22:2)

ATÉ MESMO OS JOVENS PODEM TER UM PAPEL SIGNIFICATIVO.
Quando lemos a lista dos reis na bíblia, é raro achar um que tenha obedecido a Deus completamente. Josias foi um deles, e ele só tinha oito anos quando ele começou o seu reinado. Por dezoito anos ele reinou obedientemente; quando ele tinha vinte e seis anos ele começou uma reforma baseada nas leis de Deus. As crianças são os futuroe líderes de nossas igrejas e dos nosso mundo. O trabalho principal de uma pessoas para Deus pode ter que esperar até que ela se torne um adulto, mas ninguém é muito jovem para levar Deus a sério e para obedecê-lo.

LEITURA BíBLICA: Lucas 1:5-25
VERSíCULO CHAVE: Perguntou Zacarías ao anjo: Como sabereis isto? Eu sou velho, e minha mulher é avançada em idade. (Lucas 1:18)

ATÉ MESMO OS MUITO IDOSOS PODEM TER UM PAPEL SIGNIFICATIVO.
Zacarías duvidou do anjo quando ele disse que ele teria um filho. De sua perspectiva humana, suas dúvidas eram compreensíveis - mas, com Deus, qualquer coisa é possível. Apesar de Zacarías e Elizabete terem passado da idade de conceber um filho, Deus os deu um filho. É fácil duvidar ou não compreender o que Deus quer fazer em nossas vidas. Até mesmo o povo de Deus as vezes comete o erro de confiar em suas razões ou experiências ao invés de confiar em Deus. Quando passa pela nossa cabeçã que a promessa de Deus é impossível, lembre-se da obra de Deus através da história. Seu poder não está confinado as limitações humanas.

LEITURA BíBLICA: Eclesiastes 11:7-12:8
VERSíCULO CHAVE: Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento. (Eclesiastes 12:1).

Fonte: Bíblia Ilumina

BATISMO DE JESUS



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VISÃO GERAL

O batismo de Jesus foi o principal evento de sua vida porque marcou o início de seu ministério. Muito poucos estudiosos discutem hoje o fato de que João Batista batizou Jesus, mas o exato propósito e importância do seu batismo ainda são matéria controversa. Os relatos dos Evangelhos concordam que quando João batizava outras pessoas esse ato era um sinal do arrependimento delas (Mateus 3:6-10; Marcos 1:4-5 e Lucas 3:3-14). Ele proclamava que o reino dos céus estava próximo e que o povo de Deus deveria se prepara para a vinda do Senhor pela renovação da fé em Deus. Para João, isso significava arrependimento, confissão de pecados e vida de retidão. Se era assim, por que Jesus precisaria ser batizado? Se Jesus não era pecador, como o Novo Testamento diz (II Coríntios 5:21); Hebreus 4:15 e I Pedro 2:22), por que Ele se submeteu ao batismo de arrependimento para perdão de pecados? Os Evangelhos respondem.

O EVANGELHO DE MARCOS
Marcos apresenta o batismo de Jesus como uma preparação necessária para seu período de tentação e ministério. Em seu batismo Jesus recebeu a aprovação do Pai e a unção do Espírito Santo (Marcos 1:9-11). A ênfase de Marcos na relação especial de Jesus com o Pai, - "Tu és o meu Filho amado, em ti me comprazo"(Marcos 1:11) - aproxima duas importantes referências do Velho Testamento. A messianidade de Jesus é apresentada de uma maneira totalmente nova, na qual o Messias reinante (Salmo 2:7) é também o Servo Sofredor do Senhor (Isaías 42:1). A crença popular judaica esperava um Messias reinante que estabeleceria o reino de Deus, não um Messias que sofreria pelo povo. No pensamento dos judeus a chegada do reino dos céus estava também associada com ouvir a voz de Deus e com a dádiva do Espírito de Deus.

O EVANGELHO DE MATEUS
O relato de Mateus sobre o batismo de Jesus é mais detalhado do que o de Marcos. Começa destacando a relutância de João Batista em batizar Jesus (Mateus 3:14), que foi persuadido somente depois de Jesus lhe ter explicado: "Deixa por enquanto, porque assim nos convém cumprir toda a justiça." (Mateus 3:15). Embora o significado pleno dessas palavras seja impreciso, elas pelo menos sugerem que o batismo de Jesus era necessário para cumprir a vontade de Deus.
Tanto no Velho como no Novo Testamento (Salmo 98:2-3; Romanos 1:17) a justiça de Deus é vista como a salvação Dele para o Seu povo. Por isso o Messias pode ser chamado de "O Senhor é nossa justiça" (Jeremias 23:6, Isaías 11:1-5). Jesus disse a João Batista que seu batismo era necessário para fazer a vontade de Deus em trazer a salvação sobre seu povo. Assim a declaração do Pai no batismo de Jesus é apresentada na forma de uma declaração pública. Enfatizava que Jesus era o servo ungido de Deus pronto para iniciar seu ministério, trazendo a salvação do Senhor. 

O EVANGELHO DE LUCAS
Lucas menciona rapidamente o batismo de Jesus, colocando-o em paralelo ao batismo de outros que se referiram a João Batista (Lucas 3:21-22). Ao contrário de Mateus, Lucas coloca a genealogia de Jesus depois de seu batismo e antes do início de seu ministério. O paralelo com Moisés, cuja genealogia ocorre logo antes do início de seu trabalho (Êxodo 6:14-25), não é mera coincidência. Provavelmente pretendeu-se ilustrar o papel de Jesus ao trazer livramento (salvação) ao povo de Deus assim como Moisés fez no Velho Testamento. Em seu batismo, na descida do Espírito Santo sobre si, Jesus estava apto a desempenhar a missão para a qual Deus O havia chamado. Em seguida a sua tentação (Lucas 4:1-13), Jesus entrou na sinagoga e declarou que havia sido ungido pelo Espírito para proclamar as boas novas (Lucas 4:16-21). Que o Espírito se fez presente no Seu batismo para ungi-lo (Atos 10:37-38).
Em seu relato, Lucas tentou identificar Jesus com as pessoas comuns. Isso é visto no berço da história (com Jesus nascido num estábulo e visitado por humildes pastores, Lucas 2: 8-20) e através da genealogia (enfatizando a relação de Jesus com toda a humanidade, Lucas 3:38) logo depois do batismo. Assim, Lucas via o batismo como o primeiro passo de Jesus para se identificar com aqueles que Ele veio salvar. Somente alguém que era semelhante a nós poderia se colocar em nosso lugar como nosso substituto para ser punido com morte pelo pecado. Jesus se identificou conosco a fim de mostrar Seu amor por nós.
No Velho Testamento o Messias era sempre inseparável do povo que representava (veja Jeremias 30:21 e Ezequiel 45-46). Embora o "servo" em Isaías seja algumas vezes visto de maneira conjunta (Isaías 44:1) e outras vezes como indivíduo (Isaías 53:3), ele é sempre visto como o representante do povo de Deus (Isaías 49:5-26), assim como o servo do Senhor. Evidentemente Lucas, bem como Marcos e Mateus, estava tentando mostrar que Jesus, como representante divino do povo, tinha se identificado com ele no batismo. 

O EVANGELHO DE JOÃO
O quarto Evangelho não diz que Jesus foi batizado, mas que João Batista viu o Espírito descendo sobre Jesus (João 1:32-34). O relato enfatiza que Jesus foi a João Batista durante seu ministério de pregação e batismo; João Batista reconheceu que Jesus era o Cristo, que o Espírito de Deus estava sobre Ele e que era o Filho de Deus. João Batista também reconheceu que Jesus, batizava com o Espírito Santo, ao contrário de si mesmo (João 1: 29-36). João Batista descreveu Jesus como o "Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" (João 1:29). O paralelo do Velho Testamento mais próximo desta afirmação se encontra na passagem do "servo do Senhor" (Isaías 53: 6-7). É possível que "Cordeiro de Deus" seja uma tradução alternativa da expressão aramaica "servo de Deus".

A idéia de Jesus como aquele que tira os pecados das pessoas é obviamente o foco do quarto Evangelho. Seu escritor sugere que João Batista entendeu que Jesus era o representante prometido e salvador do povo.

ARCA DA ALIANÇA



A arca da aliança era o móvel mais importante do tabernáculo do deserto. O tabernáculo era a tenda ou lugar de encontro entre Deus e o homem. O Senhor ordenou a Moisés que o construísse (Êxodo 25:10-22). A palavra para arca também pode ser "cofre" (II Reis 12:9-10) ou "caixão" (Gênesis 50:26). Não é a mesma palavra usada para a "arca" de Noé. A arca que Moisés encomendou a Bezalel era de madeira de acácia (Êxodo 31:1-5; Êxodo 37:1-9). A arca media aproximadamente 114x69x69cm. Era inteiramente recoberta por ouro. As varas deslizavam por seus dois pares de argolas para facilitar o transporte. Era usada como receptáculo das duas tábuas da aliança dadas a Moisés (Êxodo 25:16). As tábuas eram também chamadas o "testemunho". Por isso, era algumas vezes denominada a "arca do testemunho". Um pote de maná era colocado na arca. Maná era o alimento miraculoso provido por Deus (Êxodo 16:33). A arca também continha a vara de Arão que germinou (Números 17:10; Hebreus 9:4).
O propiciatório da arca era chamado o "santo lugar" ou "lugar de graça" (Êxodo 25:17). Era uma peça de ouro localizada no topo da arca, que tinha importância peculiar. Uma vez por ano o sumo-sacerdote fazia expiação de pecados pelo povo de Israel, quando espargia o santo lugar com o sangue de touros e de cabras (Levítico 16:2-16). O propiciatório era chamado "lugar" porque Deus era entronizado entre dois querubins (seres alados, Salmo 99:1). O Senhor estava entre os dois querubins quando falou a Moisés (Números 7:89).
Chamada simplesmente de arca (Êxodo 37:1; Números 3:31), outras vezes de "arca da aliança" (Números 4:5; Josué 4:16). Os israelitas eram dessa forma lembrados que a santidade da arca derivava da santa lei de Deus que ocupava seu interior. Esse nome também mostrava aos israelitas que precisavam seguir os mandamentos que Deus lhes dera na Sua "aliança".
Deus resgatou Israel da escravidão no Egito e prometeu ser o Onipresente Deus do Seu povo (Êxodo 6:6-7). Daí, ser conhecida como a "arca da aliança". Algumas vezes aquele nome se estendia para "a Arca da aliança de Deus" (I Crônicas 28:18).
Às vezes era chamada "a arca de Deus". Era um sinal claro de que o Deus invisível habitava no meio de Israel. Possuía "santidade" devastadora e freqüentemente mortal. O povo de Bete-Semes foi severamente punido porque não a tratou com o devido respeito (I Samuel 6:19). Um homem chamado Uzá foi morto pelo Senhor quando, querendo protegê-la de cair de cima de um carro de bois, tocou-a com sua mão. Era perigoso tocar a arca, pois era o símbolo da presença de Deus. Por este motivo ordenou que fosse colocada no lugar "Santo dos Santos". Deveria ser separada do resto do tabernáculo por uma pesada cortina (Êxodo 26:31-33); Hebreus 9:3-5). Nenhum pecador poderia ver a glória de Deus sobre a arca e permanecer vivo. (Levítico 16:2).
HISTÓRIA
Quando os israelitas se deslocaram do Monte Sinai para Canaã, a arca os acompanhou na viagem pelo deserto, com a finalidade de relembrá-los constantemente da santa presença de Deus. Os métodos de embalar e transportar os objetos sagrados foram cuidadosamente descritos (Números 4). O relacionamento de Deus com a arca era tão intenso que a arca parecia estar "viva". Era como se tivesse formato humano (Números 10:33-36).
A arca desempenhou claramente um importante papel durante a viagem no deserto. Um grupo de israelitas se rebelou e tentou invadir Canaã. Nem a arca nem Moisés foram com eles (Números 14:44). Como resultado, os rebeldes foram derrotados pelos inimigos. (Números 14:45). A arca teve um papel importante na travessia do Jordão (Josué 3:13-17, 4: 9-10), na conquista de Jericó (Josué 6:6-11) e na vida dos israelitas na sua nova terra. (Josué 8:33; Juízes 20:27). Não há nenhum cunho de uso supersticioso ou mágico na arca. Ao contrário, ela significava temor. Era o receptáculo do "testemunho" de Deus e a promessa da Sua presença.