Muitas dúvidas pairam sobre os crentes pentecostais quando o assunto é os dons espirituais. Elas prejudicam a obra de Deus e o recebimento das bênçãos divinas. Os dons do Espírito Santo são recursos indispensáveis para o Corpo de Cristo. Eles contribuem para a expansão e edificação da Igreja.
Os dons são sempre concedidos aos crentes visando um propósito específico. Qual será este objetivo? O alvo divino é a edificação de todos os membros do Corpo. Infelizmente, alguns fazem um uso errado dos dons. Vemos crentes tentando usar os dons para alcançar interesses pessoais. Em vez de glorificar o nome do Senhor, estes se utilizam dos dons a fim de galgar posições eclesiásticas. Muitos não estão mais sendo usados pelo Espírito Santo, mas estão tentando usar o Espírito. Eles estão enganando a si próprios. O Senhor conhece nossos corações e as nossas intenções. Haverá um dia que teremos que prestar contas ao Senhor a respeito do uso dos nossos dons e talentos. Neste dia muitos ouvirão do próprio Senhor a quem tentaram enganar (Mt 7.24).
O objetivo dos dons não é a superioridade ou elitização de um grupo (1Co 12.7).
Por falta de conhecimento bíblico, muitos acreditam, erroneamente, que os dons são um sinal de grande espiritualidade e até de superioridade, mas não o são. Tomemos como exemplo os irmãos da igreja de Corinto. Ao visitar aquela igreja, Paulo relatou que ali havia a manifestação de muitos dons espirituais (1Co 1.7). Corinto era uma cidade cosmopolita, marcada pela idolatria, paganismo e imoralidade. Ser um crente fiel naquela cidade não era fácil. Logo, Deus concedeu muitos dons do Espírito Santo àqueles irmãos a fim de que tivessem condições de lutar contra a idolatria, a imoralidade e permanecessem em santidade até a volta de Cristo. Todavia, a igreja de Corinto estava longe de ser uma igreja espiritual. O pecado havia adentrado ali. Paulo chama os irmãos de Corinto de carnais e meninos (1 Co 3.1). Fica então a pergunta: “O que torna o crente espiritual? Os dons?” Podemos aprender, por intermédio dos irmãos de Corinto, que não. Quem tem poder para santificar os crentes é o Espírito Santo. Os dons são dádivas divinas. São presentes e não tem o poder de nos santificar.
Os dons espirituais são dádivas importantes e necessárias à igreja nestes últimos dias antes da Segunda Vinda de Cristo. Estamos vivendo tempos trabalhosos (2Tm 3.1), por isso, precisamos ser cheios do Espírito Santo e procurar com dedicação os dons espirituais (1Co 12.31).
Fonte do arquivo= Subsídios - Conteúdo Adicional para as aulas de Lições Bíblicas extraído da Revista Ensinador Cristão Nº 58 do 2º trimestre de 2014
sábado, 21 de fevereiro de 2015
Dons de Deus para os Homens
Estudaremos sobre os dons ministeriais e espirituais. Depois da morte e ressurreição de Cristo, acreditamos que os dons são um dos assuntos mais relevantes do Novo Testamento para a Igreja de Cristo. Os dons espirituais e ministeriais são dádivas divinas para a Igreja atual. Alguns erroneamente afirmam que os dons foram apenas para a igreja do primeiro século. Esta afirmação contraria a Bíblia, que diz em Joel 2.28 “ E há de ser, depois, derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, vossos filhos e filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões”. Os dons são para a Igreja de Cristo até a sua Segunda Vinda. O apóstolo Paulo declarou aos coríntios que não devemos ser ignorantes a respeito dos dons (1Co 12.1).
Na Palavra de Deus, encontramos três listas principais que tratam a respeito dos dons. As três listas se completam.
Podemos encontrar a primeira lista em Romanos 12.4-8. Aqui estão relacionados os dons de serviço. A segunda lista está em 1 Coríntios 12 e nela encontramos listados os dons espirituais. A terceira relação se encontra em Efésios 4.11, onde encontramos os dons ministeriais. Tanto os dons de serviço quanto os ministeriais e espirituais têm como propósito a edificação do Corpo de Cristo.
Usando os dons de maneira a agradar a Deus
Os dons devem ser utilizados com um propósito específico, a fim de que o nome de Cristo seja glorificado. Quem deseja os dons necessita compreender que toda a nossa capacidade e habilidade vem do Senhor. É uma capacidade sobrenatural, não é inata. Estas habilidades são resultado único da graça divina em nossas vidas. No uso dos dons, o crente também precisa conscientizar-se de que o Corpo de Cristo é formado por vários membros, com funções diferentes, mas isso não significa que um é mais importante que o outro. Todos têm o seu valor e devem funcionar em harmonia, visando o bem de todos. Não existe um dom que seja superior aos outros, eles se complementam para a glória do Senhor.
Não seja ignorante quanto aos dons espirituais
Os dons é um assunto tão importante para a igreja, que Paulo exorta aos Coríntios a que todos sejam instruídos no assunto (1Co 12.1). A falta de conhecimento leva ao fanatismo, gerando sérios problemas. A cidade de Corinto era marcada pela idolatria. O Brasil também tem uma diversidade religiosa grande, muitos irmãos em nossas igrejas vieram de religiões idólatras, onde o uso de “poderes místicos” é comum. Precisamos estudar, à luz da Palavra, a respeito dos dons a fim de que venhamos discernir os verdadeiros dons do Espírito. A falta de ensino contribui para surgimento de muitas heresias.
Fonte do arquivo= Subsídios - Conteúdo Adicional para as aulas de Lições Bíblicas extraído da Revista Ensinador Cristão Nº 58 do 2º trimestre de 2014
A formação do povo de Israel e sua herança espiritual: Israel no Cativeiro
Teremos a oportunidade ímpar de estudar o livro de Êxodo. Segundo Eugene Merrill “o êxodo é o evento teológico mais expressivo do Antigo Testamento, porque mostra a magnificente ação de Deus em favor de Seu povo”.
O autor desta esplendorosa obra é Moisés. O segundo livro da Bíblia foi escrito certamente durante a sua peregrinação pelo deserto, no ano de 1450—1410 a.C (aproximadamente).
O objetivo da primeira lição deste trimestre é destacar os aspectos biográficos de Moisés, ressaltando sua preparação para resgatar seu povo da escravidão. Israel passou 400 anos no Egito sendo afligido pelos egípcios. Todavia, “quanto mais os afligiam, tanto mais se multiplicavam e cresciam, até que Deus levantou um libertador que iria conduzir seu povo rumo à Terra Prometida”.
O livro de Êxodo
No livro de Gênesis vemos a criação, a Queda e o projeto de redenção divina para a humanidade. Deus chama Abraão e promete que de sua descendência todas as famílias da terra seriam abençoadas (Gn 12.3). Já no livro de Êxodo podemos ver o povo hebreu, descendência de Abraão, sendo resgatado da escravidão e tornando-se uma nação a fim de que o plano redentivo do Pai alcançasse toda a humanidade. Deus é fiel! Seus propósitos jamais serão frustrados (Jó 42.2). O propósito de Deus não era apenas libertar Israel do cativeiro egípcio, mas também todos aqueles que um dia iriam crer em Jesus Cristo, o Libertador. Na antiga aliança a redenção do homem era por meio de sacrifícios e por isso um animal puro e inocente deveria morrer. Era impossível ao homem se aproximar de Deus sem sacrifício. Cristo, nosso libertador, derramou seu sangue no Calvário para nos resgatar da escravidão do pecado de uma vez por todas. Podemos dividir o livro de Êxodo em três partes principais: Israel no Egito (1-5), a travessia do mar Vermelho ao Sinai (16-18) e Israel no Sinai (19-40).
Fonte do arquivo=Subsídios - Conteúdo Adicional para as aulas de Lições Bíblicas extraído da Revista Ensinador Cristão Nº 57 do 1º trimestre de 2014
O autor desta esplendorosa obra é Moisés. O segundo livro da Bíblia foi escrito certamente durante a sua peregrinação pelo deserto, no ano de 1450—1410 a.C (aproximadamente).
O objetivo da primeira lição deste trimestre é destacar os aspectos biográficos de Moisés, ressaltando sua preparação para resgatar seu povo da escravidão. Israel passou 400 anos no Egito sendo afligido pelos egípcios. Todavia, “quanto mais os afligiam, tanto mais se multiplicavam e cresciam, até que Deus levantou um libertador que iria conduzir seu povo rumo à Terra Prometida”.
O livro de Êxodo
No livro de Gênesis vemos a criação, a Queda e o projeto de redenção divina para a humanidade. Deus chama Abraão e promete que de sua descendência todas as famílias da terra seriam abençoadas (Gn 12.3). Já no livro de Êxodo podemos ver o povo hebreu, descendência de Abraão, sendo resgatado da escravidão e tornando-se uma nação a fim de que o plano redentivo do Pai alcançasse toda a humanidade. Deus é fiel! Seus propósitos jamais serão frustrados (Jó 42.2). O propósito de Deus não era apenas libertar Israel do cativeiro egípcio, mas também todos aqueles que um dia iriam crer em Jesus Cristo, o Libertador. Na antiga aliança a redenção do homem era por meio de sacrifícios e por isso um animal puro e inocente deveria morrer. Era impossível ao homem se aproximar de Deus sem sacrifício. Cristo, nosso libertador, derramou seu sangue no Calvário para nos resgatar da escravidão do pecado de uma vez por todas. Podemos dividir o livro de Êxodo em três partes principais: Israel no Egito (1-5), a travessia do mar Vermelho ao Sinai (16-18) e Israel no Sinai (19-40).
Fonte do arquivo=Subsídios - Conteúdo Adicional para as aulas de Lições Bíblicas extraído da Revista Ensinador Cristão Nº 57 do 1º trimestre de 2014
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