sábado, 14 de março de 2015

PERDÃO DE OFENSAS



Na dimensão horizontal, ato de afastar ressentimento e desejo de vingança em relação a um ofensor (Mt 18.21-35). Para que o perdão seja completo, o ofensor deve declarar-se arrependido, dispondo-se a reparar a falta cometida, se for o caso (Lc 17.3). O resultado do perdão é o restabelecimento da amizade entre as partes (Ef 4.32). E Deus nos perdoa à medida que nós perdoamos os que nos ofendem (Mt 6.12; Mc 11.25; Lc 6.37).
Fonte: Bíblia Enciclopédica.

Afastado dos Caminhos do Senhor



A igreja já foi o seu lugar, suas noites, amizades e práticas cotidianas já foram muito diferentes do que são hoje. Seus sonhos também já foram diferentes, eles tinham um sentido de ser, embora talvez você não tenha percebido, hoje os sonhos são outros, aliás, eu não sei se você tem sonhado muito ultimamente.
Algumas pessoas chamariam você de desviado, eu não usarei este termo, prefiro chamá-lo de afastado; afastado dos caminhos do Senhor.
Sua situação não é confortável, convenhamos. Falar do passado pode não ser muito agradável aos seus ouvidos, falar de futuro também não lhe traz muito conforto, afinal, você conhece a palavra de Deus e sabe muito bem o destino daqueles que não estão em Cristo Jesus.
O presente... Bem, o presente parece ser a melhor saída, mas não dá para ficar eternamente no presente, daqui a pouco você já estará no futuro e o futuro pode ser tarde demais.
Você está trilhando o perigoso caminho de uma vida sem futuro, sem esperanças e sem saídas. Confesse que nunca passou pela sua cabeça a idéia de que você tem o controle da sua vida e que quando estiver em perigo pode voltar correndo para Jesus? Já passou isso pela sua cabeça, não?
Cuidado! Muito cuidado! A Bíblia diz:
Fonte: http://www.evangelizacao.blog.br/afastado-dos-caminhos-do-senhor.aspx

O poder que se aperfeiçoa na fraqueza-parte II



Por Bruno Aníball Peixoto de Souza 
Paulo, o apóstolo que orava sobre lenços e as enfermidades e doenças fugiam deles, enfim o grande apóstolo, o mais usado pelo ESPÍRITO SANTO DE DEUS para fechar o cânon no Novo Testamento, esse homem sofria de uma enfermidade, um “espinho” na carne.
Pediu a DEUS a cura para si, nada mais razoável a alguém tão usado em sinais e prodígios da glória de DEUS. “A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”, foi a resposta divina – II Coríntios, capítulo 12, versículo 9. Noutra dicção, o poder de DEUS fluiria melhor na limitação e fraqueza humana de Paulo fustigada pelo “espinho”.
Moisés, o “príncipe do Egito”, fundador do estado de Israel, aos 40 anos fugiu da presença de Faraó, se escondeu no deserto de Midiã, atual Arábia Saudita, mais exatamente no Golfo de Ácaba, e ali permaneceu por mais 40 anos.
Aos 80 anos, enquanto apascentava ovelhas no deserto, DEUS lhe aparece numa sarça que arde, mas não se consome, chama-o ao insólito, peitar o chefe de Estado da maior potência jamais conhecida até então, o poderoso Egito e seu rei, o Faraó, adorado como de idade.
Detalhe, Moisés era gago, e muito.
Então DEUS lhe confere poderes para convencer de início seus pares e irmãos, os israelitas escravizado na terra de Osíris, Ísis e Hórus, principais deuses egípcios, e depois para demover o coração do poderosíssimo Faraó.
Criado como “príncipe egípcio”, Moisés sabia o quão impensável era um gago demover o alvitre daquele soberano a favor dos escravos judeus subjugados por quatrocentos anos, pelo que provavelmente esperava que DEUS ao menos o livrasse da gaguez. E nada...
Assim, finda a demonstração de poder, do arsenal que DEUS lhe dispusera, Moisés irrita a DEUS rechaçando o chamado e o altíssimo assim o redarguiu– Êxodo, capítulo 4, versículos 10 a 12:
Então disse Moisés ao Senhor: Ah, meu Senhor! eu não sou homem eloquente, nem de ontem nem de anteontem, nem ainda desde que tens falado ao teu servo; porque sou pesado de boca e pesado de língua. E disse-lhe o Senhor: Quem fez a boca do homem? ou quem fez o mudo, ou o surdo, ou o que vê, ou o cego? Não sou eu, o Senhor? Vai, pois, agora, e eu serei com a tua boca e te ensinarei o que hás de falar.”

Paz!