Por Bruno Aníball Peixoto de Souza
Paulo, o apóstolo que orava sobre
lenços e as enfermidades e doenças fugiam deles, enfim o grande apóstolo, o
mais usado pelo ESPÍRITO SANTO DE DEUS para fechar o cânon no Novo Testamento,
esse homem sofria de uma enfermidade, um “espinho” na carne.
Pediu a DEUS a cura para si, nada mais
razoável a alguém tão usado em sinais e prodígios da glória de DEUS. “A minha
graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”, foi a resposta
divina – II Coríntios, capítulo 12, versículo 9. Noutra dicção, o poder de DEUS
fluiria melhor na limitação e fraqueza humana de Paulo fustigada pelo
“espinho”.
Moisés, o “príncipe do Egito”, fundador
do estado de Israel, aos 40 anos fugiu da presença de Faraó, se escondeu no
deserto de Midiã, atual Arábia Saudita, mais exatamente no Golfo de Ácaba, e
ali permaneceu por mais 40 anos.
Aos 80 anos, enquanto apascentava
ovelhas no deserto, DEUS lhe aparece numa sarça que arde, mas não se
consome, chama-o ao insólito, peitar o chefe de Estado da maior potência jamais
conhecida até então, o poderoso Egito e seu rei, o Faraó, adorado como de idade.
Detalhe, Moisés era gago, e muito.
Então DEUS lhe confere poderes para
convencer de início seus pares e irmãos, os israelitas escravizado na terra de
Osíris, Ísis e Hórus, principais deuses egípcios, e depois para demover o
coração do poderosíssimo Faraó.
Criado como “príncipe egípcio”, Moisés
sabia o quão impensável era um gago demover o alvitre daquele soberano a favor
dos escravos judeus subjugados por quatrocentos anos, pelo que provavelmente
esperava que DEUS ao menos o livrasse da gaguez. E nada...
Assim, finda a demonstração de poder,
do arsenal que DEUS lhe dispusera, Moisés irrita a DEUS rechaçando o chamado e
o altíssimo assim o redarguiu– Êxodo, capítulo 4, versículos 10 a 12:
“Então disse Moisés ao Senhor: Ah,
meu Senhor! eu não sou homem eloquente, nem de ontem nem de anteontem, nem
ainda desde que tens falado ao teu servo; porque sou pesado de boca e pesado de
língua. E disse-lhe o Senhor: Quem fez a boca do homem? ou quem fez o mudo, ou
o surdo, ou o que vê, ou o cego? Não sou eu, o Senhor? Vai, pois, agora, e eu
serei com a tua boca e te ensinarei o que hás de falar.”
Paz!
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