quinta-feira, 10 de agosto de 2017

SEXTA – LBJ- A SÓS COM O PAI EM UM MOMENTO.

Mc 14.32. E foram a um lugar chamado Getsêmani, e disse aos seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto eu oro.

Extraído do livro comentário do novo testamento aplicação pessoal.

14.32 Após a refeição, os discípulos deixaram Jerusalém e saíram para o Getsêmani (veja jo 18.1,2). O jardim ficava que se assentassem enquanto Ele ia mais além para orar.
Muito drama cerca a versão concisa de Marcos. Os anciãos de Jerusalém estavam planejando matar Jesus e já haviam emitido um mandado para a sua prisão. Jesus deixou Jerusalém coberto pela escuridão a fim de orar. Os discípulos deviam também estar física e emocionalmente exaustos ao tentarem compreender o que aconteceria.
Em vez de vigiar, eles cederam à exaustão e adormeceram.

QUINTA – LBJ- DESPEDINDO A MULTIDÃO PARA ESTAR A SÓS COM O PAI.

Mt 14.23. E, despedida a multidão, subiu ao monte para orar à parte. E, chegada já a tarde, estava ali só.

Extraído do livro comentário bíblico pentecostal.



Porque jesus despede os discípulos e as multidões? De acordo com Mateus, Ele quer orar sozinho (Mt 14.23). João se refere ao frenesi messiânico que engolfou as testemunhas da alimentação milagrosa, o que resultou no desejo de fazerem Jesus rei à força (Jo 6.15). Afim de evitar o ato prematuro e precipitado das multidões, e possivelmente até dos discípulos, Ele os despacha e se isola nas montanhas.
Os discípulos acham-se numa violenta tempestade na quarta vigília da noite (de três às seis da manhã). Quando vêem Jesus andando sobre as águas, eles o tomam por um fantasma e ficam terrificados. Jesus os assegura com o enfático “Sou Eu” (ego eimi). Os leitores cristãos de Mateus podem ter entendido que esta declaração “Sou Eu” é idêntica à auto identificação de Deus (veja Êx 3-14; Is 43.10; 51.12). Os escritores dos Evangelhos usam repetidamente a expressão (ego eimi) para se referir a Jesus nos contextos de revelação e atestação divina (e.g., Mc 14.62; Lc 24.39; Jo 8.58; 18.5,6). Depois da ressurreição e ascensão, os cristãos viram que as declarações e ações de Jesus tinham um significado maior quando vistos no “grande quadro” (cf. Jo 2.22).

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

QUARTA –LBJ- ÊX 3.1,2 -A SÓS COM DEUS NO DESERTO.

O caminho da redenção

        Passaram-se os anos, e Moisés nunca mais soube como viviam seus irmãos Arão e Miriã na terra da servidão.  Nem mesmo sabia se ainda viviam. Para ele, a vida no Egito era apenas uma lembrança. Entretanto, Deus não esquecera a promessa feita ao amigo Abraão (2 Cr 20.7).
        Os quatrocentos anos de escravidão estavam terminando, e a hora da redenção de Israel se aproximava (Gn 15.7,13,16).
Moisés continuava cheio de vigor e disposição para o trabalho.
Ele não imaginava que dentro de pouco tempo voltaria ao Egito para libertar o povo de Deus e viver a sua maior experiência de fé. Uma grande surpresa lhe aguardava. Vejamos como tudo aconteceu: “E apascentava Moisés o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote em Midiã; e levou o rebanho atrás do deserto e veio ao monte de Deus, a Horebe. E apareceu-lhe 0 anjo do S en h o r em uma chama de fogo, no meio de uma sarça; e olhou, e eis que a sarça ardia no fogo, e a sarça não se consumia” (Êx 3.1,2).

1. Deus mostrou-lhe algo jamais visto.

Ele viu o fogo ardendo no meio da sarça, e esta não se consumia.
Como se sabe, a curiosidade é uma característica natural do ser humano. Moisés não era uma exceção, não sabendo do que se tratava e julgando que podia observar melhor aquele fenômeno, APROXIMOU-SE para uma verificação mais apurada. Então pôde constatar duas coisas: o sol do deserto era causticante; o fogo ardente também produzia muito calor; porém, a sarça não era consumida. Moisés entendeu que somente Deus poderia agir de forma tão perfeita.

Material extraído do livro:
Comentário do Antigo Testamento
Cohen, Armando Chaves
 Comentário Bíblico: Exodo.../Armando Chaves Cohen

1ª ed. - Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 1998.