sábado, 14 de março de 2015

O poder que se aperfeiçoa na fraqueza-parte II



Por Bruno Aníball Peixoto de Souza 
Paulo, o apóstolo que orava sobre lenços e as enfermidades e doenças fugiam deles, enfim o grande apóstolo, o mais usado pelo ESPÍRITO SANTO DE DEUS para fechar o cânon no Novo Testamento, esse homem sofria de uma enfermidade, um “espinho” na carne.
Pediu a DEUS a cura para si, nada mais razoável a alguém tão usado em sinais e prodígios da glória de DEUS. “A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”, foi a resposta divina – II Coríntios, capítulo 12, versículo 9. Noutra dicção, o poder de DEUS fluiria melhor na limitação e fraqueza humana de Paulo fustigada pelo “espinho”.
Moisés, o “príncipe do Egito”, fundador do estado de Israel, aos 40 anos fugiu da presença de Faraó, se escondeu no deserto de Midiã, atual Arábia Saudita, mais exatamente no Golfo de Ácaba, e ali permaneceu por mais 40 anos.
Aos 80 anos, enquanto apascentava ovelhas no deserto, DEUS lhe aparece numa sarça que arde, mas não se consome, chama-o ao insólito, peitar o chefe de Estado da maior potência jamais conhecida até então, o poderoso Egito e seu rei, o Faraó, adorado como de idade.
Detalhe, Moisés era gago, e muito.
Então DEUS lhe confere poderes para convencer de início seus pares e irmãos, os israelitas escravizado na terra de Osíris, Ísis e Hórus, principais deuses egípcios, e depois para demover o coração do poderosíssimo Faraó.
Criado como “príncipe egípcio”, Moisés sabia o quão impensável era um gago demover o alvitre daquele soberano a favor dos escravos judeus subjugados por quatrocentos anos, pelo que provavelmente esperava que DEUS ao menos o livrasse da gaguez. E nada...
Assim, finda a demonstração de poder, do arsenal que DEUS lhe dispusera, Moisés irrita a DEUS rechaçando o chamado e o altíssimo assim o redarguiu– Êxodo, capítulo 4, versículos 10 a 12:
Então disse Moisés ao Senhor: Ah, meu Senhor! eu não sou homem eloquente, nem de ontem nem de anteontem, nem ainda desde que tens falado ao teu servo; porque sou pesado de boca e pesado de língua. E disse-lhe o Senhor: Quem fez a boca do homem? ou quem fez o mudo, ou o surdo, ou o que vê, ou o cego? Não sou eu, o Senhor? Vai, pois, agora, e eu serei com a tua boca e te ensinarei o que hás de falar.”

Paz!



O poder que se aperfeiçoa na fraqueza -1º



Por Bruno Aníball Peixoto de Souza 
O apóstolo Paulo escreveu na segunda carta aos Coríntios que DEUS lhe dera um espinho na carne para que não se ensoberbecesse ante a grandeza da revelação que recebera, pelo que por três vezes pedira ao altíssimo que o removesse. 
Mas ELE se recusou, “a minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”, foi a resposta – II Coríntios, capítulo 12, versículo 9. Noutra dicção, o poder de DEUS fluiria melhor na limitação e fraqueza humana de Paulo fustigada pelo “espinho”.
Quando Elias disputou com os 450 profetas de Baal no Monte Carmelo sobre quem seria o DEUS verdadeiro a quem a nação israelita deveria adorar – a prova era fazer descer fogo do céu sobre o altar com sacrifício - , pediu que encharcassem o seu a ponto de a água encher a valeta que circundava o altar de doze pedras, cada uma simbolizando uma tribo de Israel.
Elias propositalmente cavara a valeta para registrar o excesso de água, a saber, o “espinho na carne”, o ponto fraco do altar a obstruir a combustão.
Após os 450 profetas de Baal invocarem, dançarem e se cortarem conforme seu costume por toda a manhã sem êxito porque Baal não respondera, Elias orou e DEUS respondeu com fogo que consumiu o holocausto, as pedras, o chão no local e o fogo ainda lambeu a água na valeta, num detalhe proposital engendrado por DEUS.
Nenhuma, mas nenhuma dúvida havia de que era o DEUS criador dos céus e da terra. O poder de DEUS se aperfeiçoara na fraqueza.
Paz!
Fonte: http://www.portalbrasil.net/2014/colunas/religiao/novembro_02.htm



Cultivando virtudes



Por Pastor Hélder Rodrigues

O arado vai cruzando de norte a sul... o barulho do carro de boi se funde com o canto dos pássaros. A brisa refresca o agricultor fatigado pelo sol, mas segue animado e observa com cuidado os sulcos formados.
Terra preparada é hora de semear...
Semente plantada é hora de regar...
Folha crescida é hora de inseticida...

Dias passam.... meses vêm...
Enquanto o milagre das gotas não desce
Irrigações umedecem

Os agricultores quase padecem
Mas o prodígio natural vem
O fruto bendito da terra sobrevem!

É a festa da colheita!!!
Da providência divina mesclada com o suor
Vem o fruto da terra. Que esplendor!

As virtudes do cristão florescem semelhantemente
É obra divina
Gerando os frutos desta semente

Estéril é o homem por si (Ef 2.1)
Jesus ensina: "sem mim nada podeis fazer" (Jo 15.5)
Do Pai das luzes desce toda boa dádiva (Tg 1.16).

O Senhor que nos regala
A instrumentalidade
Para darmos bons frutos:

Precisamos adubar a nossa terra: com a Palavra
Necessitamos irrigar a semente: com as orações
Carecemos fertilizar o plantio divino: com jejuns

Este é o suor do cristão
Que se mescla com o divino
Nascem as virtudes!