terça-feira, 28 de junho de 2016

Lição 1 – 3ºTrimestre 2016 / O que É Evangelização

Desde o tempo apostólico, a Igreja teve o entendimento de que a natureza da sua existência é dependente do ato de proclamar o Evangelho a toda a humanidade. Após o derramamento de Pentecostes, a Igreja não teve dúvida de que o seu caminho era proclamar com alegria e amor o Cristo Crucificado e Ressurreto a fim de que todo ouvinte quebrantasse o coração e se rendesse à soberania de Cristo (At 2.37).
A mudança de foco
Infelizmente, em muitos lugares hoje, a igreja não tem mais anunciado o Cristo Crucificado e Ressurreto, pois tem mudado o foco do seu anúncio. Ora, antigamente, a “fórmula” da pregação apostólica era resumida em “Cristo foi crucificado”, “Mas ressuscitou ao terceiro dia” e “Arrependei-vos e crede no Evangelho!”. Porém, hoje, em muitos lugares, não é mais assim. Graças a Deus, ainda há igrejas que apresentam o convite de salvação com o mesmo propósito com o qual os santos apóstolos apresentavam, honrando a Cristo e às Sagradas Escrituras. Mas, temos a incômoda sensação de que esse comportamento não é mais a regra.
Crentes, mas sem saber em que creem.
Não é difícil conhecermos pessoas que frequentam um templo e que se dizem membros de uma igreja evangélica, mas quando perguntadas sobre como Jesus Cristo foi apresentado a elas, de pronto ouviremos: “Aquele que resolve todos os meus problemas” ou “Quem me faz prosperar”; ou ainda “Aquele que me faz triunfar”. Embora não sejam teses mentirosas, esses relatos não são o testemunho que os santos apóstolos deram a vida toda, entregando as próprias vidas a fim de salvar pessoas da perdição eterna. Para a nossa tristeza, atualmente, é possível encontrar membros de igreja que nunca ouviram sobre a gravidade e a seriedade do problema do pecado.

Um convite
Por isso, o presente trimestre é um convite para a Igreja de Cristo recuperar a alegria de comunicar o Evangelho genuíno. As fórmulas são muitas! É preciso buscar todos os meios disponíveis para evangelizarmos. Não apenas o eletrônico, digital, por intermédio da televisão ou da internet, mas principalmente no relacionamento pessoal. As melhores e mais eficazes evangelizações se deram num bate papo de uma praça de alimentação, na rua, em uma casa, nas escola, num shopping, no consultório médico, na sala de aula, numa roda de colegas, no transporte público como ônibus, táxi, avião etc. O contexto muda, pois o mundo está em constante transformação, mas o objetivo da mensagem é o mesmo: apresentar o Cristo Crucificado, o Cristo Ressuscitado e fazer o convite ao arrependimento.

Fonte do arquivo: Extraído da  LBM digital.


segunda-feira, 27 de junho de 2016

Como conservar o fogo do Espírito Santo sempre aceso em nossas vidas

O grande desafio hoje para o crente pentecostal é conservar a chama do Espírito Santo sempre acesa. Há muitos crentes que ainda não foram batizados no Espírito Santo. A ordem de Deus é: “O fogo arderá continuamente sobre o altar e não se apagará” (Lv 6.13). Isso inclui a busca pelo batismo no Espírito Santo. No Antigo Testamento, Deus determinou conservar três fogos acesos:

1) O fogo no altar do sacrifício. Nós também temos o nosso altar. É necessário que o fogo do Espírito Santo esteja sempre aceso, para que possamos sentir renovação continuada em nossas vidas.

 2) O fogo do castiçal. Este fogo simboliza a luz de Cristo em nossa vida. Ela deve estar sempre acesa.

 3) O fogo do altar do incenso. Sem esse fogo a fumaça do incenso não subirá. Assim também deve ser a nossa vida de oração diante de Deus.

A orientação do Senhor para a Sua Igreja também é: “Sede fervorosos no espírito servindo ao Senhor” (Rm 12.11).

O fogo do Espírito Santo representa nossa comunhão com Deus. Precisamos do fogo do Espírito para a nossa vida particular. Precisamos do fogo do Espírito Santo para o nosso trabalho.

O fogo estando apagado é sinal de perigo, pois quando o fogo se apaga, o amor esfria. Lembremos que quando o sacerdote Eli deixou o fogo se apagar, perdeu o seu ministério; perdeu o discernimento das coisas de Deus; perdeu o zelo contra o pecado; perdeu o temor; morreu tragicamente, e a Arca do Senhor foi roubada.

O que pode apagar o fogo do Espírito Santo em nossas vidas? Entre outras coisas, a desobediência a Deus, permitir o domínio da carne em nossas vidas (exemplo: Sansão) e o orgulho.

 No Templo do Senhor, era necessário renovar o fogo continua mente. Era obrigação do sacerdote cuidar diariamente do fogo do Templo. Havia uma renovação diária. O sacerdote tinha que tirar a cinza do altar diariamente. Devia ter o cuidado para não sujar sua veste, e não inalar a cinza. Era obrigação do sacerdote colocar lenha. “Sem lenha o fogo se apaga”. O fogo do castiçal era renovado a cada manhã quando o sacerdote colocava incenso sobre ele.

Estejamos atentos quanto à nossa postura no trato com as coisas de Deus para que o fogo do Espírito não apague. Vivamos o genuíno pentecostes!


Fonte do arquivo:

Pastor José Wellington Bezerra da Costa é presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) e membro da diretoria do Comitê Mundial das Assembleias de Deus.

Os carregadores de paralíticos espirituais e poder restaurador de Jesus

Era comum ver uma grande multidão acompanhando Jesus. Entre os que o seguiam, havia pessoas religiosas, curiosas, críticas e necessitadas. Alguns acompanhavam Jesus porque as suas palavras eram confortadoras, curadoras e salvadoras. 

Em Cafarnaum, havia em uma família um paralítico (Mc 2.1-12), cujo nome não sabemos nem mais detalhes sobre sua vida. Também não sabemos quem era mas quatro homens que resolveram levá-lo até onde Jesus estava. Entendemos que eles eram pessoas esforçadas, cheias de caridade, persistência e fé.

 Há muitas famílias que têm um paralítico em sua casa. Não um paralítico físico, mas alguém acometido por uma paralisia espiritual, um problema. Quem sabe você já está cansado de carregar alguém em casa, no colégio, no trabalho, na vizinhança... Então, por que você não pede a ajuda de irmãos para trazer o seu paralítico até onde Jesus está? Observe que os carregadores de paralíticos terão sempre diante de si portas fechadas. No dia em que você resolver carregá-lo onde está Jesus, o Diabo vai colocar muitos empecilhos: o pneu do carro fura, o sapato desaparece, falta água para o banho etc.; porém, o condutor de paralíticos espirituais deve estar preparado para vencer todos os obstáculos. Se necessário for, passe por cima do telhado! Seu paralítico pode ser portador de maus vícios, maconha, cocaína, álcool, drogas... Peça ajuda! Deus vai levantar pessoas amigas para o ajudar.

 Às vezes, ao chegar na casa onde Jesus está, o inimigo pode usar alguém para querer impedi-lo de entrar. Não discuta. Não desista.
Você sempre vai encontrar dificuldades. Leve o seu paralítico onde está Jesus! Ele espera por você e o seu paralítico. Seja cuidadoso, não o leve onde Ele não está. Você precisa saber o lugar certo. Existem muitos pregadores profissionais com promessas falsas, prometendo curas, libertação e nada acontece, porque Jesus não está ali. Aprenda a descobrir o telhado no lugar certo.

 Observemos alguns pontos importantes no texto de Marcos 2. No versículo 4, diz que eles “baixaram o leito”. Ali estava Jesus, e eles tiveram a sabedoria de entregar o paralítico em Suas mãos. No versículo 5, lemos: “Vendo a fé deles”. Observem que Jesus sempre faz o melhor para nós. Eles foram à busca da cura, mas Jesus deu ao paralítico mais do que eles pediram: perdoou seus pecados. Salvou-o. 

Após curar o homem, Jesus lhe disse: “Vai para a tua casa”. Como quem dissesse: “Não fique nomeio dos fariseus incrédulos”. A ordem também foi para que ele tomasse o seu leito. Por ordem de Jesus, você pode andar agora e deixar de ser um peso para sua família e para os outros. Você será abençoado por Jesus! Você andará com seus próprios pés, pois agora você poderá. Depois, conte a outros o que Jesus fez em sua vida, e traga outros paralíticos à presença de Jesus.



Fonte do arquivo:
Autor: Pastor José Wellington Bezerra da Costa é presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) e membro da diretoria do Comitê Mundial das Assembleias de Deus.