segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Segunda - LBA - Lv 10.10 - O profano é aquele que lida com as coisas sagradas como se fossem banais .



Este comentário foi extraído do livro, comentário bíblico BEACON.

A Proibição de Bebida Forte (10.8-11)
A proscrição de vinho para os sacerdotes antes de servirem no Tabernáculo indica a seriedade do  papel sacerdotal.  Os sacerdotes tinham de distinguir para Israel o santo e  o profano, o imundo e o limpo (10). Nadabe e Abiu falharam neste ponto e aparentemente agiram com presunção. Israel fica impressionado com a seriedade de semelhante fracasso. Existe um modo certo de se chegar a Deus (cap. 9). Essa aproximação traz bênçãos. Para achegar-se a Deus e ser aceito, o homem não deve ousar ir de acordo com suas condições e a seu modo. Tentativas como estas causam desolação (cf. a história de Ananias e Safira, At 5.1-11).

A interdição de álcool para os sacerdotes quando em serviço divino é aplicável aos crentes hoje. Os cristãos sempre precisarão da habilidade de pensar com lucidez acerca do que é santo e do que não é. Hoje, é estatisticamente certo que alta  porcentagem  de acidentes automobilísticos com mortes é resultado direto da diminuição da capacidade de raciocinar do motorista por causa do álcool. Se fosse contada toda a história do dano espiritual e físico causado por este mal, ficaríamos convencidos da sabedoria divina desta ordem.

Segunda - LBJ - Lc 17.26-28 O prazer como o bem supremo.

26-E, como aconteceu nos dias de Noé, assim será também nos dias do Filho do Homem.
27 Comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio e consumiu a todos.

Extraído do livro Comentário do novo testamento aplicação pessoal.

 17.26,27    Para     exemplificar     como   seria repentina a sua volta, Jesus usou dois exemplos, o primeiro deles sendo o dilúvio (veja Gn 6-7).
Nos dias anteriores ao dilúvio,  a vida seguia normalmente para a maioria das pessoas, com exceção de Noé, que durante muitos anos tinha estado construindo uma enorme embarcação. Então, começou a chover, veio o dilúvio e todos se afogaram.
Jesus   estava   advertindo   contra    a falsa segurança. Embora a vida continue normalmente até o dia da volta de Cristo, os crentes precisam estar sempre preparados para partir repentinamente. 
Quando  Cristo voltar, não    haverá    uma    segunda  oportunidade.   
Alguns serão levados com Ele; os demais serão deixados para trás.

Foi extraído deste livro👇

domingo, 20 de agosto de 2017

Adão

O primeiro registro de comunicação entre o Criador e aqueles que Ele criou à sua imagem acha-se em Génesis 1.28: “E Deus os abençoou e Deus lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra”. Foi Deus quem tomou a iniciativa, dirigindo a palavra à humanidade, estabelecendo assim um princípio fundamental: ouvir a Palavra de Deus (tomar conhecimento de sua vontade) é pelo menos tão importante quanto dirigirmos a Ele nossas preocupações — e talvez implique em maior consequência.
            Embora o termo “oração” não seja usado na narrativa de Adão e  Eva, a comunicação entre Deus e estas duas pessoas, criadas à sua imagem, é clara e evidente. Devemos observar  ainda  que  estes primeiros seres humanos se comunicaram  não  somente  com  Deus, mas também com o anjo caído, Satanás (cf. Gn 3-2-5; Ap 12.9; 20.2). Tanto Deus quanto Satanás dirigem palavras aos seres humanos; devemos aprender a discernir entre os dois. A oração eficaz está alicerçada sobre aquilo que Deus diz, sua Palavra, mas pode ser impedida  se  escutarmos  o  que  Satanás  tem  a dizer.
            Quando ouvem Satanás, as pessoas lançam uma barreira de comunicação entre elas e o Deus que  deseja  abençoá-las.  Embora Deus andasse com Adão e Eva  —  Ele  “passeava  no  jardim  pela viração do dia” (Gn 3-8) — , eles não puderam tolerar  uma  comunhão tão íntima após a queda  no  pecado.  Suas  consciências  os levaram  a  uma  tentativa  inútil  de  esconder-se.
            A brecha entre Deus e os pecadores não terá remédio  enquanto eles, por sua própria confissão, não  possibilitarem  a  abertura  da  porta  da  misericórdia:  “[Adão]  disse:  Ouvi a  tua  voz  soar no  jardim, e temi,  porque estava  nu,  e  escondi-me.  E fez o  Senhor Deus  a Adão e  a  sua  mulher  túnicas  de  peles  e  os  vestiu” (Gn 3-10,21).


Extraído do livro Teologia bíblica da oração.

Robert L. Brandt e Zenas J. Bicket
Todos os direitos reservados. Copyright © 2007 para a língua portuguesa da Casa
Publicadora das Assembléias de Deus. Aprovado pelo Conselho de Doutrina.
Título do original em inglês: The Spirit Help Us Pray
Logion Press, Springfield, Missouri
Primeira edição em inglês: 1993
Tradução: João Marques Bentes
Revisão: Gleyce Duque
Editoração: Flamir Ambrósio