terça-feira, 22 de agosto de 2017

A Necessidade e a Possibilidade de Termos Uma Vida Santa

Santidade é para mostrar superioridade espiritual em relação ao outro? É mostrar que você tem o controle da própria natureza nas mãos? É se mostrar orgulhoso da “autoridade espiritual” que possui? Essas perguntas, prezado professor, prezada professora, são boas sugestões para iniciar a lição desta semana.
É preciso desenvolver a perspectiva bíblica de que a santidade nada tem a ver com superioridade espiritual em relação ao outros; muito menos a sensação de que se tem o controle da própria natureza humana; tão pouco é se apresentar uma pessoa orgulhosa como portadora de determinada “autoridade espiritual”. É preciso salientar que a Bíblia mostra a santidade como uma atitude de quem, sendo alcançado pela graça de Deus, devolve-Lhe o amor que o Pai depositou em sua vida. Então, essa pessoa tem a plena consciência que não pertence ao mundo, muito menos a si própria, mas somente a Deus. É consagrada, separada, escolhida por Deus como propriedade exclusiva dEle.

Por que fomos chamados para ser santos?

Logo, somos santos porque Deus nos separou para isso, por intermédio de sua graça manifesta no sacrifício de Jesus, pois assim, a santidade não passa por mera ambição de seguir uma carreira espiritual ou eclesiástica, mas pela forte convicção de que Deus nos chamou e separou para trilhar o mesmo caminho de Jesus neste mundo. Por isso,

Somos os seus discípulos!

Distinguindo “mundo” da “terra” É preciso deixar claro para classe, que biblicamente, neste mundo, os crentes são considerados forasteiros, peregrinos e, por isso, não devem se conformar com ele, pois não pertencemos mais ao sistema filosófico de vida do mundo (Rm 12.2; cf. Jo 15.9; Hb 11.13; 1 Pe2.11). Aqui, é importante destacar que quando falamos que não pertencemos a este mundo, partimos do pressuposto da distinção entre as palavras “mundo” e “terra”. Não por acaso nos referimos a “mundo” como um sistema filosófico de vida para o indivíduo, e não como a terra, isto é, a beleza da Criação, criada por Deus, para glorificar o seu nome e ser bênção em nossas vidas. Ora, Deus não proíbe a contemplação da natureza criada como obras de suas mãos, como as montanhas, as florestas, os mares, enfim, a terra toda criada, pois “Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos” (Sl 19.1). Que Deus nos molde e ajude a sermos santos em toda a nossa maneira de viver! (1 Pe 1.15)

Material extraído da LBM  “Lições  Bíblicas de  Mestre” digital.

Terça - 2 Pe 2.13 – LBJ – O prazer como finalidade da vida.

recebendo o galardão da injustiça; pois que tais homens têm prazer nos deleites cotidianos; nódoas são eles e máculas, deleitando-se em seus enganos, quando se banqueteiam convosco;


Extraído do livro comentário do novo testamento aplicação pessoal.


2.13 A pecaminosidade destes doutores tinha sido tão óbvia, que era vergonhoso que qualquer um dos crentes os seguisse.
Embora os falsos doutores tentassem se fazer passar por ensinadores superiores com grande
conhecimento, eles se permitiam a sua luxúria carnal em pleno dia (versão RA). Tais atos deviam ser realizados protegidos pelas trevas.
Entretanto, estes homens eram tão arrogantes, que nem mesmo tentavam disfarçar o seu comportamento, o que os tornava impróprios para estarem entre os cristãos. Assim, os falsos
doutores eram nódoas e máculas entre eles, arruinando as reuniões dos cristãos com a sua simples presença. Banquetear-se pode se referir a parte da celebração da Ceia do Senhor. Em um dos atos mais hipócritas, eles compareciam às festas sagradas designadas a promover o amor e a unidade entre os crentes, enquanto, ao mesmo tempo, revelavam seus enganos. Estes homens eram culpados de mais coisas além dos falsos ensinos e da promoção dos prazeres pecaminosos; eles eram culpados de afastar os outros da verdade. A destruição será o seu galardão.

Retirado deste👇

Terça - Êx 26.33 – LBA – Santo é a separação daquilo que é de uso comum.

Pendurarás o véu debaixo dos colchetes e meterás a arca do Testemunho ali dentro do véu; e este véu vos fará separação entre o santuário e o lugar santíssimo.

Extraído do livro comentário bíblico BEACON.


O véu era pendurado  debaixo  dos  colchetes  (33),  ou ganchos  (6,11), unindo-se com as coberturas. A menos que esta declaração seja muito geral, significaria que o véu que divide os dois compartimentos foi colocado mais ou menos na metade do Tabernáculo. Aceitamos que o santuário (o Lugar Santo) tivesse 9 metros de comprimento e o lugar santíssimo (o Santo dos Santos), 4,5 metros, embora em nenhum lugar da Bíblia encontremos esta informação. É  possível que a sobra de 4,5 metros da cobertura grande  (ver comentários no v. 6) ficasse na parte de trás do Tabernáculo. Com este arranjo, a junção da cobertura grande se situaria exatamente em cima do lugar tradicional do véu. E interessante destacar que  a teoria de um telhado plano descrita por Davis também permite  este tipo de divisão.