Retirado do livro : A Igreja do Arrebatamento
O Padrão dos Tessalonicenses para estes Últimos Dias
Thiago Brazil.
Neste capítulo,
discutiremos sobre a vivência do amor de Deus na comunidade em Tessalônica e,
também, sobre a exortação paulina com relação à necessidade de desenvolvimento
de uma vida honesta e simples. Essas
duas temáticas são muito caras a Paulo na escrita desta epístola e extremamente atuais se levarmos em
consideração os princípios que orientam a sociedade contemporânea. Busquemos,
nas instruções de Paulo a Tessalônica, fundamentos que nos possam ajudar a
experimentar o verdadeiro amor de Deus em meio a uma geração ímpia e corrupta.
O Amor como Alicerce da Comunidade
Tessalonicense
Não existe outra maneira de
experienciar o amor senão por meio de uma relação íntima e profunda com Deus.
Ele é a fonte primária do amor; por isso, toda vivência comunitária de amor
também passa por uma ação direta do Criador.
No
texto em 1 Ts 4.9, ao tratar sobre a excelência da fraternidade dos tessalonicenses entre si e,
também, destes para com todas as comunidades no entorno daquela cidade, Paulo
esclarece que não há qualquer necessidade de orientação externa, uma vez que o
testemunho de Timóteo e das igrejas circunvizinhas apontava para a aturidade do
amor daqueles novos irmãos.
Há um
detalhe bastante importante nesse mesmo versículo: no início da frase, Paulo
elogia o “amor fraternal” dos tessalonicenses — termo este compreendido
morfologicamente como um substantivo. Já no final da sentença, ao falar sobre a
prática dessa amabilidade que se destacava naquela igreja, o apóstolo não
utiliza um verbo derivado de para definir
a relação de amor entre aqueles irmãos, mas, antes, o verbo . A vida em
fraternidade testemunhada em Tessalônica era fruto direto do amor pleno que
emana exclusivamente de Deus para os homens e da humanidade redimida para
aqueles que ainda estão em obscuridade.
O
amor, como demonstra o apóstolo nesse texto, é a mais intuitiva das virtudes
cristãs; em outras palavras, se a compreensão daquilo que seja domínio próprio, perdão ou mesmo paciência é algo que demanda um
conjunto de conhecimentos prévios, a experiência do amor, no entanto, é algo
absolutamente natural para aquele que vivenciou a graça da salvação em Cristo.
Não é
possível aprender a amar em um curso de cinco passos, muito menos por meio de
um best-seller de autoajuda. O
entendimento do amor advém da obra da salvação presente em cada um daqueles
alcançados pelo evangelho de Cristo. Ao
invés de um investimento pessoal ou coletivo numa compreensão exclusivamente
teorética do amor, precisamos vivenciar uma existência cotidiana do amor sob a
orientação do Pai.
Sobre
esse aspecto da transmissão do amor pelo Pai a cada um de nós, defende Claro:
Paulo introduz o tema da
fraternidade com uma preterição: explica que não tem necessidade de escrever,
mas acaba por abordá-lo, pretendendo
ligar o tema
do amor fraterno (1 Ts 4, 9-10a) com o tema do trabalho (1 Ts 10b-12). O
apóstolo explica que foi o próprio Deus quem ensinou os tessalonicenses a
amarem-se uns aos outros,
em caridade fraterna. O termo usado
por Paulo – –
é único na literatura grega e original de Paulo. Não excluindo que a
pregação evangélica foi mediada pelos apóstolos, pretende evidenciar que a
mediação humana no processo de
evangelização pretende conduzir o crente numa relação direta com Deus. Na
verdade, Paulo parece aqui querer contrapor-se ao frequente autodidatismo das
correntes filosóficas helenistas, particularmente cínicas, bem como aqueles
que, como os estoicos e epicuristas,
julgavam possuir um conhecimento inato. (CLARO, 2017, p. 68)
Uma
humanidade afastada de Deus e atravessada pela tragédia do pecado
estruturalmente assimilado é incapaz de crer no amor. Por isso, o que
muito se observa na sociedade atual são
ações de autopromoção, práticas de desencargo de consciência e, até mesmo,
constrangimento moral. Contudo, nada disso é a verdadeira manifestação do amor,
a qual é mediada exclusivamente pela operação do Espírito Santo no coração
daqueles que reconhecem Jesus Cristo como o
Senhor.
Ora,
percebamos a aparente contradição: Os tessalonicenses eram perseguidos,
novos conversos e uma
comunidade sem um pastor;
todavia, eles eram abundantes no amor uns para com os outros e também
para com aqueles que não eram de seu círculo comunitário. De fato, não há qualquer
absurdo aqui; na verdade, foi o amor que vinculou cada um daqueles irmãos à
causa de Cristo. Sem a conectividade produzida pelo amor que vem de Deus,
aquela jovem igreja certamente não se manteria una em meio a tantas oposições e
perseguições.
Esse
parece ser o melhor caminho para a prosperidade de qualquer comunidade local
hoje. Em um tempo de crise institucional-religiosa como o nosso, líderes e
igrejas estão, de maneira desesperada, em busca de fórmulas mágicas para a
superação de seus dilemas particulares. Fundamentar todas as suas ações no
alicerce do amor, assim como fizeram os cristãos tessalonicenses, é, sem
dúvida, a melhor atitude a ser adotada por cada um de nós.
O Caráter Contagiante do Amor
O amor é, com muita
naturalidade, a instância existencial mais desacreditada pela sociedade
contemporânea; é claro, porém, que tal rejeição possui uma justificativa
lógica. Vivemos num modelo social anticomunitário; somos um amontoado de
pessoas, mas cada um está preso as suas ambições e desejos individualistas.
A
cibercultura, componente inegável de nosso mundo atual, tem contribuído, direta e paradoxalmente, para o
afastamento das pessoas. Deve- se entender como uma incongruência esse nexo
causal entre cibercultura e atomização dos indivíduos, pois o discurso que se
propagandeia associado aos mecanismos de
comunicação em massa atrelados à Internet é o de que eles foram criados para
facilitar a comunicação e interação interpessoal.
Entretanto,
não é essa a constatação empírica que percebemos na realidade. A Internet — e,
de maneira mais específica, as redes sociais — torna-se cada vez mais num
ambiente de isolamento dos indivíduos e seus discursos. Ora, num esforço para
dar a cada indivíduo a tão prometida visibilidade universal — objeto
de desejo incessante da maioria das pessoas hoje — a Internet fez com que todos
pudessem falar o que quisessem, o quanto desejassem e da maneira como melhor acreditassem.
Em
tempos de culto à imagem de si mesmo, cada um agora tem sua própria tela de
projeção pessoal (Youtube), por
meio da qual pode criar as histórias de si e para si o quanto quiser. Numa
sociedade onde as grandes obras da literatura mundial estão sendo relegadas ao
esquecimento, qualquer indivíduo pode escrever um livro contando sua história
particular (Facebook), a qual,
sob seu controle, sempre enaltece seu personagem principal. Em última análise,
as pessoas nem se comunicam mais; elas apenas, de modo animalesco, emitem seus
grunhidos (Twitter) umas às
outras.
Como
consequência dessa ilusória liberdade de dizer e de ser visto, temos um culto
ao monólogo, onde as pessoas falam sozinhas sobre o que acham, desejando que
outros indivíduos concordem com elas, compartilhem, curtam, façam views de suas opiniões, sendo que, na
maioria dos casos, a fala do outro, o ponto de vista do outro e até mesmo os
argumentos do outro são sufocados pela preocupação mesquinha de cada indivíduo
consigo mesmo.
Todos
querem ser vistos e ouvidos, mas quem deseja acolher e compreender o outro?
Pouquíssimas pessoas. Instalou-se, assim, um culto ao individualismo. O suposto
amor que se encerra em si é, na verdade, narcisismo ou, até mesmo, idolatria.
Essa é a maior sofisticação da operação do erro na contemporaneidade: “Por que
preciso da imagem de outro ser se posso cultuar a minha?”, “Por que devo ajoelhar-me
diante do altar de outro personagem se posso prostrar-me diante de mim mesmo?”,
“A quem oferecer glórias se a vanglória a mim direcionada satisfaz meu ego?”.
É por
isso que o amor não tem espaço nessa sociedade, pois, enquanto categoria
constitutiva do ser divino, o amor implica doação. Ora, não se doa nada a si
mesmo; para algo ser oferecido, é necessária a existência de um alguém a quem
se dedique aquilo que se está a oferecer.
O amor
não cabe em si mesmo; não pode conter-se num único ser. Por isso, o universo
foi criado em amor, como que pelo transbordamento de Deus no cosmos. A
constatação de que se vive em amor é alcançada a partir do momento em que se
compreende que não se deve viver apenas em si ou para si, pois se precisa, de
modo concreto, do outro.
Os
surpreendentes acontecimentos em Tessalônica só podem ser explicados mediante o
amor contagiante que aqueles novos irmãos experimentaram. A pequena semente que
foi espalhada por Paulo converteu-se numa frondosa árvore cujos frutos não
apenas o apóstolo colhia, mas também a própria comunidade de novos cristãos e,
de maneira surpreendente, toda a região ao redor.
Qualquer
tentativa de conter esse amor que constantemente aumenta acarretaria na crise
da própria experiência cristã. Um cristão medíocre é identificado por sua
carência de amor. Quem vive em comunhão íntima com
o Pai pode enfrentar a escassez com relação às coisas supérfluas da
vida, mas nunca será privado da dádiva do amor.
Por
isso, a oração de Paulo, antes mesmo de concentrar-se em qualquer clamor por
segurança física ou prosperidade material daqueles irmãos, era pelo crescimento
em amor de cada tessalonicense. E o quanto é possível crescer em amor?
Infinitamente. Por muito amar seu filho, uma mulher foi capaz de abrir mão de
seu direito de maternidade para não testemunhar a morte de seu filho (1 Rs
3.26); por amor à vida de sua filha, um príncipe da sinagoga prostrou-se em
público diante de Jesus, rogando pela vida de sua filha (Mc 5.22,23);
exclusivamente por amor, Jesus fez tudo o que era necessário para garantir-nos
o acesso à salvação.
E o
que significa crescer em amor? Significa transcender padrões humanos de
relacionamento e aproximar-se continuamente do exemplo vivo do caráter de Deus,
que é Cristo. Significa estender abrações de misericórdia e perdão àqueles que,
por necessitarem, estão amargurados de espírito. Assim como os
tessalonicenses, cresçamos
em amor; que haja entre nós mais líderes que orem continuamente por uma
experiência comunitária de amor.
Paulo aos Tessalonicenses: sobre uma
Vida Simples e Sossegada
Consumismo, busca
desenfreada pelo estrelato, desejo de poder. Essas são algumas das doenças de
nosso tempo, por meio das quais as pessoas têm-se submetido a padrões de vida
extremamente degradantes na intenção de atingirem o tão sonhado status social.
As
orientações de Paulo para os cristãos tessalonicenses vão na contramão de todo
esse projeto de vida contemporâneo; o apóstolo sugere que cada indivíduo busque
uma vida quieta (1 Ts 4.11), isto é, longe das discussões inúteis e apartada
das confusões gananciosas que se estabelecem em nosso entorno.
O
ensino de Paulo não procura justificar qualquer tipo de acomodação ou falta de
atitude — inclusive, como discutiremos a seguir, a fala do apóstolo vai na
direção da exortação ao trabalho pessoal —, mas, sim, um ideal de vida que fuja
da ambição por glória ou poderes humanos.
De que
maneira, conforme o entendimento de Paulo, estabelece-se uma vida de
simplicidade? Basicamente, de duas maneiras: primeira, cuidando daquilo que diz
respeito a nós mesmos e, segunda, utilizando nosso tempo com atividades úteis
para nossas vidas. Passemos a analisar cada uma dessas duas medidas a serem
tomadas de forma prática para o bem-estar de nossas vidas.
A
sabedoria judaica antiga já afirmava: “O que, passando, se mete em questão
alheia é como aquele que toma um cão pelas orelhas” (Pv 26.17). Muitos dos
problemas que enfrentamos na vida não dizem respeito diretamente a nós mesmos,
mas aos outros; dessa forma, no intuito de ajudar um amigo, intrometemo-nos em
graves e complexos conflitos.
O que
devemos fazer? Devemos aceitar que a colheita de determinadas consequências é
algo inevitável para todos nós e que, por mais que amemos
alguém, algumas pessoas
terão de sofrer as repercussões de suas tortuosas escolhas. Isso não é egoísmo,
mas, sim, consciência de responsabilidades. Devemos ajudar os irmãos em suas
aflições e apoiá-los em suas dores; todavia, procurar assumir suas
responsabilidades, como já diz o texto
sagrado, é tolice.
O que
a sabedoria do proverbialista aponta-nos é que, ao “intrometermo- nos” em
problemas alheios, entramos num campo desconhecido, no contexto do
incontrolável, onde haverá enormes possibilidades de sairmos feridos. Mas por que se ferir por uma situação que
você não promoveu? Novamente, concentrar-se na resolução de seus problemas não
é individualismo, mas um simples reconhecimento de limitação humana — se não
sou capaz de resolver todas as minhas dificuldades (e quem é?), como serei
capaz de solucionar as dos outros?
Em seu
comentário sobre as epístolas aos tessalonicenses, Tomás de Aquino compreende a questão de não se
envolver em questões alheias da seguinte maneira:
Reprimindo-se o ócio por
exercer algum ofício. Por isso diz: Procurai ocupar-vos dos vossos negócios. Prov. 24, 27: Lavra
cuidadosamente o teu campo, para que depois edifiques a tua casa. Diz, porém,
os vossos; mas porventura não se deve
cuidar de negócio alheio? E parece que sim. Rom. 16, 2: E a ajudeis em
qualquer negócio.
Respondo: deve dizer-se que
todas as coisas podem ser feitas desordenadamente, se são feitas fora da ordem
da razão, ou seja, quando alguém age improbamente, e [podem ser feitas]
ordenadamente, ou seja, quando se observa a ordem da razão, e em [caso de] necessidade; e isto é louvável.
(AQUINO, 2015, p.52)
Dedicar-se
à superação de nossas crises pessoais é manter o foco em algo específico.
Muitas vezes, no esforço de auxiliarmos a família alheia, esquecemo-nos da
nossa; quantas vezes já não ouvimos histórias trágicas de pessoas que, no afã
de salvar o casamento dos outros, destruíram os seus.
Deus
não está nisso!
Por
fim, podemos entender a orientação paulina como uma radical crítica à fofoca.
Se pararmos de “preocuparmo-nos” com aquilo que os outros estão pensando ou fazendo,
estaremos muito menos ocupados e mais livres para lutarmos por nossa
felicidade. Invocando mais uma vez a sabedoria dos antigos judeus, esta nos
atesta que se dedicar a fazer suposições sobre a vida de alguém não faz bem a
ninguém (Pv 26.22). Dediquemo-nos a nossas vidas!
Já a
segunda orientação apostólica para uma vida boa e sossegada diz respeito à
necessidade de trabalhar em prol da própria subsistência. Paulo é bastante
enfático aqui e em 2 Tessalonicenses ao denunciar todo tipo de prática de auto
favorecimento injusto. Em outras palavras, aquele que não se esforça para
honestamente adquirir seu sustento ainda não teve um real encontro com Cristo.
Sobre
a questão do trabalho naquele contexto histórico, afirma-nos Richards:
A instrução de Paulo sugere
que muitos em Tessalônica eram ociosos e precisavam concentrar-se na colocação
de seus próprios negócios em ordem. No entanto, o seu chamado para trabalhar
com as “próprias mãos” sugere muitas coisas sobre a
camada social que compunha a igreja.
No mundo romano, trabalhar
com as próprias mãos era considerado algo inferior — uma atividade que só era
apropriada para escravos e para aqueles
que foram libertos, pertencentes à camada mais baixa da
ordem social. Em contraste, o judaísmo exaltava o trabalho com as mãos, e o
judeu ideal era um homem que era treinado tanto nas Escrituras como no
comércio. O Cristianismo compartilhava esta visão do trabalho, e, para dar o
exemplo, o próprio Apóstolo Paulo ocupou-se do seu negócio na confecção de tendas
(trabalho em couro) sempre que possível.
O chamado de Paulo para
trabalhar com as próprias mãos sugere fortemente que a maioria dos cristãos em
Tessalônica originava-se das classes mais baixas da sociedade (1 Co 1.26-31).
(RICHARDS, 2008, p. 456)
O trabalho
é um mandado divino universal ordenado por Deus à humanidade antes mesmo da
Queda. Por isso, ter saúde para trabalhar honradamente deve ser o anelo de
todas as pessoas. Como bem declara o apóstolo, se individualmente lutarmos para
a manutenção de nossas vidas, não enfrentaremos qualquer tipo de
constrangimento em virtude da necessidade de dependermos de outra pessoa para sobrevivermos.
Dessa
forma, devemos dar o máximo de nós para trabalharmos por meio das habilidades e
dons individuais que Deus concedeu a cada um de nós. É de vital importância, no
entanto, que tudo o que fizermos seja realizado dentro da mais digna
honestidade. Não somos chamados para estarmos entre os preguiçosos, muito menos
entre os corruptos.
O
próprio Jesus, sendo Ele homem de uma comunidade própria, tinha sua atuação
profissional a qual exerceu até o início de seu ministério (Mc 6.3). Muitos
indivíduos, sob o pretexto de piedade, quando, na verdade, não conseguem
esconder sua ociosidade, afirmam que é impossível atuar ministerialmente de
modo sério e continuar trabalhando. Bem, na verdade, não é isso o que Paulo
defende em vários momentos de seu ministério (At 18.3; 1 Co 4.12; 2 Ts 3.8-11).
Na
verdade, é compreensível que, em situações específicas, a igreja sustente
integralmente seus ministros; o que é inadmissível é que estes — à custa de
comunidades humildes — vivam como verdadeiros marajás. Se tais obreiros
sentem-se vocacionados a uma vida integralmente dedicada ao trabalho de Cristo,
pois que vivam na simplicidade de Paulo e na crença na providência diária do
Pai, assim como Jesus Cristo.
Conclusão
Como se pode perceber até aqui neste estudo sobre a primeira
epístola de Paulo aos tessalonicenses, não são os temas complexos que
perturbavam o
apóstolo com relação à
comunidade em Tessalônica, mas, sim, o fortalecimento dos princípios mais
elementares, os quais seriam capazes de conduzir aquela igreja local a um novo
patamar de espiritualidade para, dessa forma, completar a obra de Cristo no meio
deles.
Bibliografia
AQUINO,
Tomás de. Comentário a Tessalonicenses
/ tradução de Tiago Gadotti. Porto Alegre: Concreta, 2015.
CLARO,
Francisco Eloi Martinho Prior. Marcas
helenistas na Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses: A
inculturação no primeiro escrito
bíblico cristão. Dissertação (Mestrado em Teologia). Porto, 2017. 116f.
RICHARDS, Lawrence O. Comentário
Histórico-cultural do Novo Testamento. Rio de Janeiro:
CPAD, 2008.
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