Extraído do livro: A supremacia de Cristo , Fé, esperança e ânimo na carta aos Hebreus.
José Gonçalves.
No
capítulo sete, o autor detalhou a relação entre a ordem sacerdotal de
Melquisede e o sacerdócio de Jesus, sempre
contrastando com o sacerdócio levítico. Ele tem consciência
de que o assunto parecia envolto em abstrações, razão essa que, neste capítulo,
ele começará a mostrar as implicações práticas do sacerdócio de Jesus.
"Ora,
a suma do que temos dito é que temos um sumo sacerdote tal,que está assentado nos céus à destra do trono da
Majestade" (v. 1). Em primeiro
lugar, destaca o autor, nosso Sumo Sacerdote está assentado à destra do "trono da
Majestade". Na cultura judaica, essa era outra forma de dizer que o
sacerdócio de Jesus possuía realeza. Essa é a mesma linguagem usada no Salmo 110, que é uma poesia
profética sobre o sacerdócio do Messias. A expressão "assentado nos céus" é outra forma de
dizer que Cristo terminou, de fato, a obra da redenção e que estava de vez
qualificado para ser Sumo Sacerdote.
"Ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo, o
qual o Senhor fundou, e não o homem" (v. 2). F. F. Bruce observa que, daqui para frente, o
autor passa a discorrer sobre os temas da aliança, santuário e sacrifício, que
estavam intimamente ligados ao sacerdócio arônico. Dessa forma, o sacerdócio
arônico dá lugar àquele que é segundo a ordem de Melquisedeque; o antigo pacto
dá lugar ao novo, e o santuário terrestre é substituído pelo celeste.' Esse
novo santuário, que é parte do verdadeiro
tabernáculo, é obra de Deus, e não do homem. Embora esse novo santuário não seja
revestido de materialidade, como era o santuário terrestre, ele é muito mais
real e glorioso. Richard Taylor destaca que
"o tabernáculo celestial está em contraste com o
terreno, como o espiritual está em contraste com o material, o tabernáculo
terreno era rico em seu apelo material, mas pobre em sua habilidade de mudar ou
satisfazer a alma em seu relacionamento pessoal com Deus. O tabernáculo
celestial, em contraste, é privado de esplendor terreno e materialidade, mas
completo em sua substância espiritual".
É nesse tabernáculo celeste que os cristãos podem agora
ser apresentados diante de Deus pelo Sumo Sacerdote, Jesus. Ele, portanto, é o
ministro desse verdadeiro santuário celestial. A palavra grega leitourgos, traduzida aqui como
ministro, ocorre cinco vezes no texto grego.3 Na Septuaginta, versão que o
autor recorre com frequência, era usada para referir-se ao serviço sacerdotal.
No Novo Testamento, a sua forma verbal foi usada no contexto da adoração
cristã: “Enquanto eles ministravam (leitourgeo) perante o Senhor e jejuavam,
disse o Espírito Santo: Separai-me a Banabé e a Saulo para a obra a que os
tenho chamado" (At 13.2). Esse fato revela que Jesus, ao contrário do
sistema sacerdotal levítico, que se tomara obsoleto, continua seu serviço em
favor dos filhos de Deus.
"Porque todo sumo sacerdote
é constituído para oferecer dons e sacrifícios; pelo que era necessário que
este também tivesse alguma coisa que oferecer” (v. 3). O autor já havia
discorrido sobre dons e sacrifícios em Hebreus 5.1. Aqui, ele aponta em que
sentido a sua argumentação avançara daqui para frente. O sacerdote levita
oferecia as ofertas de cereais no santuário, as quais eram usadas como uma
forma de agradecimento e consagração a Deus. Por outro lado, os sacrifícios são
uma referência às ofertas de sangue, que fazia expiação pelo pecado. No
capítulo 7.27, o autor já havia falado que a oferta oferecida por Jesus fora
sua própria vida. “Ora, se ele estivesse na terra, nem tampouco sacerdote
seria, havendo ainda sacerdotes que oferecem dons segundo a lei" (v. 4). A
construção verbal usada aqui (imperfeito do indicativo ativo) demonstra que o
sistema sacerdotal levítico ainda estava em vigor quando o autor redigiu sua
carta.4 Por outro lado, esse versículo mostra a incompatibilidade existente
entre as duas ordens sacerdotais — Levi e Melquisedeque. Ambas não podiam
coexistir uma ao lado da outra. Embora se tenha tomado obsoleta — pois uma nova
ordem sacerdotal havia sido estabelecida — , o sistema sacerdotal levítico
ainda continuava em vigor nos dias em que o autor redigia sua carta. A lógica é
simples: se Jesus não podia oficiar como sacerdote aqui na terra, visto não ser
Ele da tribo de Levi, e havia ainda os que exerciam esse ministério, o seu
oficio só poderia ser exercido no tabernáculo celestial. Logo, isso tornava
totalmente antiquado todo o sistema sacerdotal levítico. “Os quais servem de
exemplar e sombra das coisas celestiais, como Moisés divinamente foi avisado,
estando já para acabar o tabernáculo; porque foi dito: Olha, faze tudo conforme
o modelo que, no monte, se te mostrou” (v. 5). O autor usa os termos gregos
hypodeigma e skia, traduzidas aqui como exemplo e sombra respectivamente. Mas
os termos figura e sombra refletem melhor o original. Alguns intérpretes têm
argumentado que o autor de Hebreus tomou emprestado do platonismo judaico
alexandrino as figuras de um santuário celeste, onde o terrestre é apenas uma
sombra. Nos seus diálogos, Platão descreve um mundo ideal do qual o mundo
físico seria apenas uma cópia imperfeita, o que ele denominava claramente na
argumentação do autor de Hebreus que há um pano de fundo cultural hebraico, e
não grego. Isso é perfeitamente visto quando vemos Deus dizer a Moisés para
fazer o Tabernáculo de acordo com o modelo (gr. typos) que o profeta vira no
monte (Êx 25.40). Moisés, e não Platão, serviu de inspiração para o autor dessa
carta. Donald Guthrie observa acertadamente que cada detalhe exposto na sombra,
que era um tipo, tinha o propósito de aproximar-se da realidade, isto é, do
antítipo. Nesse aspecto, o autor tencionava mostrar por contraste a maior
excelência com que o santuário celeste revestia-se.5 “Mas agora alcançou ele
ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de um melhor concerto, que
está confirmado em melhores promessas" (v. 6). O autor continua fazendo o
contraste entre o sacerdócio levítico e o de Cristo. Não sendo apenas uma
sombra, mas a própria realidade, o ministério de Cristo é mais excelente do que
o levítico em tudo. A palavra “alcançou” traduz o termo grego tynká- nô, que
mantém o sentido de obter, receber e conseguir. Ao usar esse verbo no tempo
perfeito, que é uma referência a uma ação passada com efeitos no presente, o
autor tenciona mostrar que o ministério de Jesus continuava em pleno exercício
quando ele redigia seu texto. Mais uma vez aqui, como fizera em 8.2, o autor
usa a palavra leitourgia (liturgia) em referência ao serviço, ministério e
serviço sagrado.6 Nesse ministério sagrado, Cristo é o mediador de uma melhor
aliança. Ele é a ponte entre o homem e Deus, tomando desnecessária a existência
de intermediários. A superioridade das promessas da Nova Aliança em relação à
antiga não são em relação à garantia de cumprimento, mas, sim, ao conteúdo.
Deus sempre cumpriu suas promessas, tanto na Antiga Aliança como na nova.
Todavia, na cruz do Calvário, Ele proveu uma aliança substancialmente superior
à antiga. “Porque, se aquele primeiro fora irrepreensível, nunca se teria
buscado lugar para o segundo" (v. 7). O contexto do cristianismo primitivo
mostra o conflito entre judaizantes e cristãos. Os primeiros, como demonstra o
livro de Atos dos Apóstolos no capítulo 15, insistiam em manter de pé as
crenças e práticas do antigo judaísmo. Por outro lado, o segundo grupo,
representado pelos apóstolos, via que algumas práticas existentes dentro dessas
duas tradições eram mutuamente excludentes. O autor tem consciência do peso que
essa tradição judaica possuía dentro da comunidade judaico-cristã para a qual
ele endereçaria sua carta. Ele não procura desvalorizar a Antiga Aliança, pois
sabe que a mesma teve sua finalidade; todavia, ela era imperfeita e incompleta,
possuindo um papel transitório. Esse fato já havia sido revelado pelos profetas
quando Deus disse que substituiria o primeiro concerto por um segundo. “Porque,
repreendendo-os, lhes diz: Eis que virão dias, diz o Senhor, em que com a casa
de Israel e com a casa de Judá estabelecerei um novo concerto” (v. 8). A
promessa do estabelecimento de um novo concerto de simulacro. Todavia, é
possível percebermos claramente na
argumentação do autor de Hebreus que há um pano de fundo cultural hebraico, e
não grego. Isso é perfeitamente visto quando vemos Deus dizer a Moisés para
fazer o Tabernáculo de acordo com o modelo (gr. typos) que o profeta vira no
monte (Êx 25.40). Moisés, e não Platão, serviu de inspiração para o autor dessa
carta. Donald Guthrie observa acertadamente que cada detalhe exposto na sombra,
que era um tipo, tinha o propósito de aproximar-se da realidade, isto é, do
antítipo. Nesse aspecto, o autor tencionava mostrar por contraste a maior
excelência com que o santuário celeste revestia-se.5 “Mas agora alcançou ele
ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de um melhor concerto, que
está confirmado em melhores promessas" (v. 6). O autor continua fazendo o
contraste entre o sacerdócio levítico e o de Cristo. Não sendo apenas uma
sombra, mas a própria realidade, o ministério de Cristo é mais excelente do que
o levítico em tudo. A palavra “alcançou” traduz o termo grego tynká- nô, que
mantém o sentido de obter, receber e conseguir. Ao usar esse verbo no tempo
perfeito, que é uma referência a uma ação passada com efeitos no presente, o
autor tenciona mostrar que o ministério de Jesus continuava em pleno exercício
quando ele redigia seu texto. Mais uma vez aqui, como fizera em 8.2, o autor
usa a palavra leitourgia (liturgia) em referência ao serviço, ministério e
serviço sagrado.6 Nesse ministério sagrado, Cristo é o mediador de uma melhor
aliança. Ele é a ponte entre o homem e Deus, tomando desnecessária a existência
de intermediários. A superioridade das promessas da Nova Aliança em relação à
antiga não são em relação à garantia de cumprimento, mas, sim, ao conteúdo.
Deus sempre cumpriu suas promessas, tanto na Antiga Aliança como na nova.
Todavia, na cruz do Calvário, Ele proveu uma aliança substancialmente superior
à antiga. “Porque, se aquele primeiro fora irrepreensível, nunca se teria
buscado lugar para o segundo" (v. 7). O contexto do cristianismo primitivo
mostra o conflito entre judaizantes e cristãos. Os primeiros, como demonstra o
livro de Atos dos Apóstolos no capítulo 15, insistiam em manter de pé as
crenças e práticas do antigo judaísmo. Por outro lado, o segundo grupo,
representado pelos apóstolos, via que algumas práticas existentes dentro dessas
duas tradições eram mutuamente excludentes. O autor tem consciência do peso que
essa tradição judaica possuía dentro da comunidade judaico-cristã para a qual
ele endereçaria sua carta. Ele não procura desvalorizar a Antiga Aliança, pois
sabe que a mesma teve sua finalidade; todavia, ela era imperfeita e incompleta,
possuindo um papel transitório. Esse fato já havia sido revelado pelos profetas
quando Deus disse que substituiria o primeiro concerto por um segundo. “Porque,
repreendendo-os, lhes diz: Eis que virão dias, diz o Senhor, em que com a casa de
Israel e com a casa de Judá estabelecerei um novo concerto” (v. 8). A promessa
do estabelecimento de um novo concerto fora feita pelo Senhor ao profeta
Jeremias (Jr-31.31-34). A partir das Escrituras do Antigo Testamento, o autor
demonstra que esse novo pacto havia sido estabelecido com Cristo. A expressão
grega syntelesô epi ton oikon Israel, traduzida aqui como "estabelecerei
minha aliança com a casa de Israel”, demonstra a disposição de Deus em cumprir
o seu plano salvífico em favor de seu povo.7 “Não segundo o concerto que fiz
com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do
Egito; como não permaneceram naquele meu concerto, eu para eles não atentei,
diz o Senhor” (v. 9). Orton Wiley põe em evidência a superioridade da Mova Aliança
em relação à Antiga. 1. A primeira Aliança era falha; a nova é perfeita. A
primeira era temporária e feita com vistas a Outro que havia de vir; a segunda
é a expressão final e duradoura da graça de Deus. 2. A Antiga Aliança era e
tratava com os homens coletivamente; a segunda trata com o indivíduo e
fundamenta-se, afinal, na promessa feita a Abraão pessoalmente e à sua semente,
como indivíduos. 3. A aliança anterior relacionava-se às coisas materiais e
baseava-se em promessas seculares. Devia haver uma herança material, a terra de
Canaã. O Senhor entregaria os inimigos do seu povo na mão deste e alargaria as
suas fronteiras. A nova aliança é espiritual, pois as coisas materiais não
podem satisfazer a alma do homem. 4. A aliança mosaica estabeleceu um padrão ou
regra de vida, mas não podia dar o poder nem a disposição para obedecer aos
mandamentos que Deus impunha ao Seu povo. Pela nova aliança, a Lei de Deus é
escrita interiormente no coração do homem; assim, não apenas ilumina a mente
com a possibilidade de conhecer ao Senhor, mas proporciona a disposição para a
obediência interior. 5. A antiga aliança não podia, com suas ofertas contínuas,
remover o pecado. Os sacerdotes ofereciam o que nada lhes custara. A nova
aliança foi estabelecida por Cristo, que se manifestou uma vez por todas, para
aniquilar, pelo sacrifício de si mesmo, o pecado (Hb 9.26 - ARA). 6. A antiga
aliança se limitava aos filhos de Abraão segundo a carne; a nova é universal em
seu escopo, pois os que são de são descendência de Abraão e herdeiros conforme
a promessa (Gl 3.29). Visto que a fé real era a única condição da aceitação de
Abraão, é, portanto, a única condição exigida dos filhos espirituais desse
patriarca. A aliança mosaica, com suas obras, é posta de lado para sempre como
condição básica de aceitação da parte de Deus: Essa é a razão por que provém da
fé, para que seja segundo a graça (Rm 4.16a - ARA).8 “Porque este é o concerto
que, depois daqueles dias, farei com a casa de Israel, diz o Senhor: porei as
minhas leis no seu entendimento e em seu coração as escreverei; e eu lhes serei
por Deus, e eles me serão por povo” (v. 10). A promessa de uma aliança
superior, onde a Lei de Deus seria gravada por dentro, e não por fora, encontra
eco em outras partes do Antigo Testamento: “E vos darei um coração novo a porei
dentro de vós um espírito novo; e tirarei o coração de pedra da vossa carne e
vos darei um coração de carne. E porei dentro de vós o meu espírito e farei que
andeis nos meus estatutos, e guardeis os meus juizes, e os observeis” (Ez
36.26,27). Fritz Laubach observa que "a inacreditável novidade desta
aliança reside em que a obediência à Palavra de Deus será concretizada
integralmente, porque todos os membros do povo de Deus sem exceção possuirão o
entendimento correto de Deus. A antiga lei de Moisés estava escrita em tábuas
(Êx 31.18; 34.27,28) ou num livro (Êx 24.7). Ela se contrapunha ao povo como um
poder que demandava. Agora, porém, todos os membros desse povo de Deus trazem
essa lei no coração, estão interiormente unificados com ela, de maneira que
coincidem num só ato o conhecimento da lei e o seu cumprimento”.9 “E não
ensinará cada um a seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece o
Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até ao maior” (v. 11).
A Antiga Aliança, rica em símbolos, porém pobre em produzir relacionamento com
Deus, é substituída pela Nova Aliança. Na Nova Aliança, todos têm a
oportunidade de conhecer o Senhor. Esse fato toma-se possível porque o Espírito
Santo, que, na Antiga Aliança, se manifestava sobre pessoas especiais —
profetas, sacerdotes e reis — viria sobre toda carne. "E nos últimos dias
acontecerá, diz Deus, que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; e os
vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos jovens terão visões, e
os vossos velhos terão sonhos” (At 2.17). O apóstolo Paulo escreveu uma longa
exposição à igreja de Corinto, mostrando como se davam essas manifestações
espirituais no contexto da igreja (1 Co 12-14). Se, na Antiga Aliança, somente
o profeta falava em nome de Deus, na Nova Aliança, embora existindo ainda o
ministério profético (Ef 4.11), o dom da profecia estava disponível a todos os
crentes (1 Co 14.31). O apóstolo João afirma essa mesma verdade quando diz:
"E a unção que vós recebestes dele fica em vós, e não tendes necessidade
de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é
verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nele permanecereis” (1
Jo 2.27). “Porque serei misericordioso para com as suas iniquidades e de seus
pecados e de suas prevaricações não me lembrarei mais" (v. 12). A Antiga
Aliança sobrevivia de sombras. Dessa forma, o problema do pecado jamais fora
tratado de uma forma completa. Na Nova Aliança, por estar fundamentado em um
superior sacrifício, o de Cristo, o problema do pecado é totalmente tratado.
Esse versículo mostra a grandeza da graça e a misericórdia divina em tratar com
o problema do pecador, mesmo esse não sendo merecedor de coisa alguma nem
tampouco capaz de alguma coisa por si mesmo. Paulo afirma essa mesma verdade:
“E, quando vós estáveis mortos nos pecados e na incircuncisão da vossa carne,
vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas, havendo
riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma
maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz” (Cl
2.13,14). “Dizendo novo concerto, envelheceu o primeiro. Ora, o que foi tomado
velho e se envelhece perto está de acabar" (v. 13). O sistema de sacrifícios
ainda continuava em vigor quando o autor de Hebreus escreveu essas palavras.
Todavia, como um autor inspirado, ele sabia que, espiritualmente, tudo aquilo
já havia sido destituído de valor. Uma Nova Aliança, que era a própria
realidade e cumprimento das promessas e da qual a Antiga Aliança era apenas um
tipo, havia sido estabelecida uma vez por todas.
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