sexta-feira, 16 de março de 2018

CLASSE JUVENIS- L 11 -Vida após a Morte?

1 CORÍNTIOS  15.14,20-28.
EXTRAÍDO DO LIVRO NOVO TESTAMENTO APLICAÇÃO PESSOAL.

15.13,14 Paulo argumentou que, se não houvesse a ressurreição de mortos, então Jesus ainda estaria na sepultura. Se isso fosse verdade, então a pregação dos apóstolos seria vá, porque eles estavam ensinando sobre um Salvador que havia ressuscitado. Se Cristo não tivesse ressuscitado, a fé dos crentes também seria vã. Por que haveriam de acreditar em um "Salvador" morto? Se Jesus ainda estivesse morto, seu sacrifício pelos pecados dos crentes não seria agradável a Deus, e eles não teriam um advogado junto ao Pai (Hb 7.25; 8.1). Eles também não teriam um Consolador, o Espírito Santo, pois Ele deveria vir quando Cristo retornasse para a sua glória Jo 16.5; 13-15). Eles não teriam a esperança da vida eterna, pois ela não teria sido alcançada nem mesmo pelo seu Salvador.
•                   Entretanto, o argumento acima é discutível, porque, de fato, Cristo ressuscitou dos mortos. Os argumentos hipotéticos que começam com "se", nos versículos anteriores, reconhecem certos fatos da história. Na verdade, os cristãos podem ter que enfrentar dificuldades, mas o fato da ressurreição muda tudo. Como Cristo ressuscitou dos mortos, Ele foi feito as primícias dos que dormem. Cristo foi o primeiro a ser ressuscitado para nunca mais morrer. Ele foi o precursor daqueles que creem nele, a prova da sua ressurreição final para a vida eterna.

•                  ,22 A morte veio ao mundo como consequência do pecado de um homem, Adão (Gn 3.17-19). Adão pecou contra Deus,foi privado da sua presença, e trouxe a morte a toda a humanidade. Todos os seres humanos estão ligados a Adão e têm duas características em comum: são pecadores e irão morrer. O pecado de Adão trouxe condenação e morte para todos, mas o santo sacrifício de Cristo trouxe a ressurreição a todos aqueles que estão relacionados com Ele através da aceitação do seu sacrifício. Aqueles que crêem serão vivificados em Cristo.

•              Paulo queria esclarecer, entretanto, que existe uma ordem nessa ressurreição. Ela ainda não aconteceu, como talvez alguns dos falsos mestres estivessem afirmando. Na verdade, Cristo foi o primeiro a ressuscitar; Ele é as primícias. A "colheita" será feita por ocasião da segunda vinda de Cristo. Nesse momento, os que são de Cristo, aqueles que crêem nele como Salvador, serão ressuscitados dos mortos para a vida eterna.

•         ,25 O fim terá chegado na época do segundo advento de Cristo, e o Cristo ressuscitado irá vencer todo o mal, inclusive a morte (veja Ap 20.14, para palavras sobre a destruição final da morte). No momento da ressurreição, Cristo começou a destruição de Satanás e de todo o seu domínio. Na ressurreição dos mortos, todo o poder de Satanás será destruído. Cristo deve reinar porque essa é a vontade de Deus, e o que Ele disse não pode ser mudado. Cristo irá reinar como o rei soberano, colocando todos os inimigos debaixo de seus pés. Essa frase é usada no Antigo Testamento para se referir à vitória total de Cristo (veja SI 110.1). Como a ressurreição de Cristo é um fato reconhecido, e como a promessa da ressurreição é um acontecimento futuro, a promessa do reinado supremo e final de Cristo pode ser considerada uma realidade que é aguardada por todos os crentes.

15.26 A morte é o inimigo de rodo ser vivo, o destino comum de a toda humanidade. A morte é o inimigo derradeiro que será vencido. Mas Cristo destruirá a morte! Na cruz e através da ressurreição, Cristo já venceu a morte. No entanto, as pessoas ainda morrem. Para aqueles que crêem em Cristo, entretanto, a morte é apenas a porta de entrada para a vida eterna.
15.27   Como observado em 15.24,25, quem está no supremo comando é Deus Pai. Esse versículo é muito semelhante a Salmos 8.6: "Todas as coisas sujeitou debaixo de seus pés". Deus deu ao Filho a suprema autoridade sobre tudo e todos, exceto sobre si mesmo.

15.28  Quando o Filho tiver destruído todos os poderes do mal, e quando Deus tiver colocado tudo debaixo dos seus pés, então, também o mesmo Filho se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou. Aqui a expressão "aquele que todas as coisas lhe sujeitou" refere-se a Deus Pai. Ninguém pode tirar o lugar de Deus, nem mesmo o seu Filho. Assim deve acontecer para que Deus seja sempre supremo sobre todas as coisas e em todos os lugares, isto é, para que Deus seja tudo em todos. Alguns usaram esse versículo para tentar provar a inferioridade de Cristo (dizendo que Ele não é igual a Deus). Mas esse versículo não está relacionado à pessoa, à natureza ou ao Ser de Deus (a sua essência) em relação a Cristo. Antes, está falando da obra ou da missão de Cristo, que de boa vontade obedeceu o Pai, colocando o governo do mundo primeiro sob sujeição a si mesmo, e depois, simbólica e voluntariamente, sob o controle de Deus Pai. Com essas palavras, Paulo não estava tentando considerar as três pessoas da Trindade para decidir sobre a sua importância relativa. A natureza essencial de cada pessoa da Trindade é sempre única e igual; entretanto, a autoridade reside na obra que cada uma delas realiza. Deus Pai enviou o Filho; o Filho concluirá a obra, redimindo a humanidade e levando-a de volta a Deus Pai.



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